quinta-feira, 18 de setembro de 2014

DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO

O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais.
A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?
A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.
Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.
Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.
Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo.
Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar.
Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba.
E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.
Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar.
E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo!
E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu.
Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final.
Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local.
Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.
Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão a Deus, pelo êxito alcançado.
Que religião professam? Que importa! Deus é um só. As religiões são caminhos para religar o ser ao Pai Celeste.
Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.
*   *   *
Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.
Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida.
São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobre-humanas.
E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?
Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita.
Em 15.9.2014
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

JESUS COM VÍCIOS E HÁBITOS DO HOMEM COMUM?


A série do canal de TV a cabo Adult Swim tem como protagonista um sorridente Jesus Cristo negro que bebe, fuma maconha e fala palavrões pelas ruas de Los Angeles.


OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Tanto faz a cor de sua pele, mas o que acontece é que, na frustração de não conseguir chegar a elevação espiritual de Jesus, muitos querem traze-Lo a seu grau de evolução. Pois, achando que Ele era um homem comum com desejos de um homem comum, justificaria suas próprias fraquezas. No mundo conturbado que estamos vivendo, precisamos de "bons exemplos" , porque de "mau exemplo" estamos cheios. E agora querem mudar o olhar que temos de Jesus, de um ser de grande evolução e bons exemplos para um ser comum, cheio de vícios, mazelas, falhas morais. Respeitamos quem não acredita nele, mas estes precisam respeitar quem acredita e o vê como modelo e guia espiritual.





quarta-feira, 16 de julho de 2014

SEMITAS DE DUAS REGIÕES COM VÁRIAS HISTÓRIAS


Como analisar o conflito entre judeus e palestinos? Se seguirmos a lógica de quem chegou primeiro à região, então os palestinos (antigos filisteus) estão com a razão, pois estavam lá muito antes de Isaque. Neste caso, os judeus deveriam abandonar a Palestina e voltar a ser um povo errante, como era Jacó e seus filhos, ou então deveriam pedir cidadania iraquiana e se mudarem para o Iraque, que é onde ficava a cidade de Ur, de onde saiu Abraão (que também foi pai de Ismael).
A questão de utilizar o critério de quem chegou primeiro à região pode gerar dúvidas, pois em que pese os filisteus (antepassados dos atuais palestinos), habitarem aquela terra muito antes dos israelitas, é possível que outros povos tenham sido expulsos pelos filisteus a fim de tomarem o seu lugar. Destarte, os palestinos podem se basear no argumento, não de quem estava primeiro na terra, mas de quem a conquistou. O nó da questão está aí, pois nesse caso, o direito passou para os judeus atuais, que conquistaram a terra dos povos que os antecederam.
A rigor, o conflito contemporâneo tem suas matrizes no movimento sionista e na criação do Estado de Israel, não reconhecido pelos palestinos. A situação se intensificou a partir da Primeira Guerra Mundial, quando se deu o fim do Império Otomano, e a Palestina, que fazia parte dele, passou a ser administrada pela Inglaterra. A região possuía 27 mil quilômetros quadrados e abrigava uma população árabe de um milhão de pessoas, enquanto os habitantes judeus não ultrapassavam 100 mil. A Inglaterra apoiava o movimento sionista, criado no final do século 19 com o objetivo de fundar um Estado judaico na região palestina, considerada o berço do povo judeu. Após a guerra ocorreu uma grande migração de judeus para o local.
Na década de 30, com a ascensão do nazismo na Alemanha e o aumento das perseguições contra os judeus na Europa, a migração judaica para a região cresceu vertiginosamente. Terminada a Segunda Guerra Mundial e o fim do Holocausto, que levou ao extermínio de 6 milhões de judeus, a crescente demanda internacional pela criação de um estado israelense fez com que a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovasse, em 1947, um plano de partilha da Palestina em dois Estados: um judeu, ocupando 57% da área, e outro palestino (árabe) com o restante das terras.  Como percebemos, essa partilha desigual em relação à ocupação histórica, desagradou os países árabes em geral. É compreensível que além da questão religiosa, os atuais conflitos tenham também a ver com a territorialidade, com a economia e com relações sociais concretas.
Nesse funesto cenário, ficamos apreensivos diante da espetacularização televisa  em horário nobre, exibindo os dramas reais que vêm ocorrendo na região, protagonizados por semitas  eliminando-se uns aos outros, em atitudes de vindita por complexas causas. Nessa luta desigual os filhos de Isaque detêm o poderio material, possuem armas de guerra potentes, esmagando inapelavelmente os filhos de Ismael, que por deterem apenas pedaços de pedras, apelam para uma espécie de haraquiri com bombas.
O reverso dessa situação encontramos na Pátria do Evangelho, posto que árabes e judeus fazem uma competição a serviço do bem. Em São Paulo, por exemplo, essa inteligente rivalidade efetiva-se através da edificação de duas instituições primorosas: o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Albert Einstein. Quando será que na região da Palestina, árabes e judeus travarão uma competição para o bem, em vez de ficarem jogando bombas e pedras uns nos outros?
Buscando lá atrás o histórico dos árabes e palestinos, saberemos que descendem de Ismael, filho bastardo de Abraão com Agar, a escrava egípcia de Sara (esposa de Abraão e estéril à época), lembrando aqui que a gravidez foi consentida por Sara. Mais tarde, a esposa de Abraão engravidou e deu à luz Isaque, do qual são descendentes os judeus.
Folclórico ou não, pelo fato de possuírem mães diferentes, Isaque (Sara) e Ismael (Agar) deixaram para os descendentes duas nações, dois povos com índole de aversão, que vêm brigando um com o outro desde os mais recuados primórdios das gerações oriundas deles, ou seja, há mais de 3.500 anos.
Narra-se que por ocasião do desmame de Isaque, seu pai Abraão fez uma grande festa para comemorar o fato, oportunidade em que Ismael cismou de fazer gracejos contra o seu irmão. Sara não aprovou a situação familiar, exigindo de Abraão que rejeitasse Agar e Ismael. Desde então, mãe e filho foram para o escaldante deserto e caminharam por tortuosas rotas de sofrimento.
Na tradição bíblica esse episódio está consignado da seguinte forma: “Porque por Isaque será chamada a tua descendência”.(1) Entretanto, há uma referência de benesses divinas igualmente para Ismael, o bastardo. Vejamos: “Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está. Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação."(2)
De que maneira a humanidade atual poderá ajudar palestinos, filhos de Ismael, e Judeus, filhos de Isaque, a solucionar esses dilemas históricos? Seria através dos canais diplomáticos da ONU, da ação dos que lutam pela Justiça, pela Dignidade Humana, pela Paz?
Cremos que judeus e palestinos podem conviver, no respeito recíproco, trocando o fuzil pelo abraço, trocando a exclusão pela partilha, trocando a incompreensão pela tolerância. Quem sabe o Espiritismo, nessa conjuntura, possa levar-lhes a Mensagem do Evangelho, consubstanciado na lei do amor, da fraternidade, do perdão, da reencarnação, da comunicabilidade dos desencarnados, transformando gradualmente a lei mosaica e do alcorão, justificados pela lei de talião (olho por olho, dente por dente), que têm gerado, cada vez mais, ódio sobre ódio, tal como estamos assistindo no proscênio dessa estúpida guerra do Oriente Médio!

Jorge Hessen


sábado, 21 de junho de 2014

ALGUMAS CURAS NÃO DEVEM SER REALIZADAS



André Luiz, conta no livro “Missionários na Luz”, cap. 12, a história de um Espírito que, em sua última encarnação, cometeu revoltante crime, assassinando um pobre homem a facadas na região do estômago. 
Este ato impensado levou este Espírito a grandes aflições, porque a vítima desencarnada o obsedou dia a dia até sua desencarnação. E após sua desencarnação, além do remorso natural, foi para regiões umbralinas, sofrendo ali grandes aflições também. 
Depois de muito tempo, quando estava consciente do erro que cometeu, ajudou sua vítima "diminuindo" assim seu débito. Então, para reparar de vez o crime, ele pediu que, na sua nova encarnação, desencadeasse nele, uma úlcera de importância que começaria a incomodá-lo logo que chegasse à maioridade física. Carregaria a própria ferida, conquistando, dia a dia, a necessária renovação. Sofreria e lutaria incessantemente, desde a eclosão da úlcera até sua desencarnação.


VAMOS ANALISAR: Imaginemos então, este Espírito já encarnado. Devido ao esquecimento ao reencarnar, provavelmente, procurará a cura para sua doença na medicina e não encontrará. Então, certamente dirá: “Estes médicos, não sabem nada, porque são todos mercenários!” Ele talvez, procurará fazer promessas na Igreja Católica, e nada . . . Talvez fará oferta no templo protestante, e nada . . . Talvez tomará passes na Casa Espírita, e nada também. Se for adepto da saúde, não fumando, não bebendo, ingerindo alimentos saudáveis, fazendo exercícios físicos, etc., alguém dirá: "Tá vendo! O que adiantou cuidar da saúde? Por isso, fumo, bebo, como de tudo . . ."
Esta atitude é comum, para quem não vê além da matéria.
Então, busquemos a ajuda médica da Terra e juntamente a ajuda espiritual, mas sempre dizendo: "SENHOR, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE....." Só ele sabe do nosso passado, das nossas necessidades, débitos e dos nossos pedidos antes de encarnar. 









segunda-feira, 9 de junho de 2014

VIVER O QUE SABE

Foto: <3 23 DE ABRIL DIA MUNDIAL DO LIVRO <3

O IBGE (2010) demonstra que entre os espíritas, 98,6% são alfabetizados. Os adeptos da Doutrina possuem as maiores proporções de pessoas com nível superior completo (31,5%) e taxa de alfabetização (98,6%), além das menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com ensino fundamental incompleto (15,0%). Os dados são reflexos de uma programação doutrinária que opta pela leitura e tem a aquisição de cultura como um de seus focos.

OBSERVAÇÃO: Só estamos destacando este assunto, porque hoje é o dia mundial do livro. Mas a rigor, o fato de haver um monte de espíritas com curso superior e que lê mais não quer dizer que são pessoas melhores do que as que não tem e que não lê. Se fosse assim o que dizer de Leon Denis, que não tinha diploma de doutor (foi um caixeiro viajante), de Chico Xavier que só fez o curso primário (foi apenas um escriturário) e do próprio Cristo, que não esteve na Universidade (era simples carpinteiro)? Pois é! Saber e não viver o que sabe é "obra morta".

RUDYMARA

O IBGE (2010) demonstra que entre os espíritas, 98,6% são alfabetizados. Os adeptos da Doutrina possuem as maiores proporções de pessoas com nível superior completo (31,5%) e taxa de alfabetização (98,6%), além das menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com ensino fundamental incompleto (15,0%). Os dados são reflexos de uma programação doutrinária que opta pela leitura e tem a aquisição de cultura como um de seus focos.

OBSERVAÇÃO: O fato de haver um monte de espíritas com curso superior e que lê mais não quer dizer que são pessoas melhores do que as que não tem e que não lê. Se fosse assim o que dizer de Leon Denis, que não tinha diploma de doutor (foi um caixeiro viajante), de Chico Xavier que só fez o curso primário (foi apenas um escriturário) e do próprio Cristo, que não esteve na Universidade (era simples carpinteiro)? Pois é! Saber e não viver o que sabe é "obra morta".


RUDYMARA




CHICO XAVIER FALA SOBRE UMBANDA E CANDOMBLÉ

Foto: <3 CHICO XAVIER FALA SOBRE UMBANDA E CANDOMBLÉ <3

Respostas sobre UMBANDA É CANDOMBLÉ dadas pelo médium mineiro CHICO XAVIER no programa Pinga Fogo de 1971

UMBANDA

Pergunta: Quem são os “pretos-velhos”, “exus” e “pombas-giras” que incorporam na Umbanda? Se são espíritos de luz, por que há necessidade de cigarro, cachaça e sons barulhentos?

Resposta: Para espíritos de luz, ou seja, espíritos superiores e puros, não existem necessidades materiais. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorve-las; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples. É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada,
manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.

*************************************
CANDOMBLÉ 

Pergunta: Qual a diferença entre as entidades de luz da Doutrina Kardecista e os orixás do Candomblé, que são reverenciados em seus templos com bons pratos, roupas tradicionais e músicas? Isso não seria prendê-los ao materialismo?

Resposta: Primeiro; devemos esclarecer que a Doutrina não é Kardecista e sim dos Espíritos. Allan Kardec foi o codificador dessa Doutrina, ou seja, através de método científico, reuniu e compilou, com a ajuda de vários médiuns, as informações que hoje conhecemos editadas nos livros básicos da Doutrina Espírita.
Quanto à diferença entre “entidades de luz”, ou seja, espíritos de luz e os orixás do Candomblé; esta reside no fato de que os espíritos de luz encontram-se em elevada condição de evolução moral, estando, portanto, livres das sensações materiais.
Sem dúvida que as oferendas que recebem os “orixás” os prendem à matéria.

Da Obra “Plantão De Respostas “ – Emmanuel E Francisco Cândido Xavier.

FOTO: CHICO XAVIER E SAULO GOMES


Respostas sobre UMBANDA É CANDOMBLÉ dadas pelo médium mineiro CHICO XAVIER no programa Pinga Fogo de 1971

UMBANDA

Pergunta: Quem são os “pretos-velhos”, “exus” e “pombas-giras” que incorporam na Umbanda? Se são espíritos de luz, por que há necessidade de cigarro, cachaça e sons barulhentos?


Resposta: Para espíritos de luz, ou seja, espíritos superiores e puros, não existem necessidades materiais. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorve-las; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples. É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada,
manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.

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CANDOMBLÉ 

Pergunta: Qual a diferença entre as entidades de luz da Doutrina Kardecista e os orixás do Candomblé, que são reverenciados em seus templos com bons pratos, roupas tradicionais e músicas? Isso não seria prendê-los ao materialismo?


Resposta: Primeiro; devemos esclarecer que a Doutrina não é Kardecista e sim dos Espíritos. Allan Kardec foi o codificador dessa Doutrina, ou seja, através de método científico, reuniu e compilou, com a ajuda de vários médiuns, as informações que hoje conhecemos editadas nos livros básicos da Doutrina Espírita.
Quanto à diferença entre “entidades de luz”, ou seja, espíritos de luz e os orixás do Candomblé; esta reside no fato de que os espíritos de luz encontram-se em elevada condição de evolução moral, estando, portanto, livres das sensações materiais.
Sem dúvida que as oferendas que recebem os “orixás” os prendem à matéria.

Da Obra “Plantão De Respostas “ – Emmanuel E Francisco Cândido Xavier.

FOTO: CHICO XAVIER E SAULO GOMES




quinta-feira, 5 de junho de 2014

COPA DO MUNDO






Orson Peter Carrara

                O problema não é o futebol. Ele é o esporte mais popular do Brasil, é saudável, afasta jovens e crianças das drogas, é educativo, abre perspectivas de vida para muitos jovens carentes que encontram no esporte seu caminho de vida, retirando inclusive famílias da miséria. Além dos benefícios físicos, é um esporte como os demais e ganhou dimensões destacadas no país especialmente com a era Pelé e outros grandes craques.
                Em termos de Copa do Mundo, os fundamentos e ideologia do esperado campeonato internacional igualmente traduzem objetivos nobres com o intercâmbio entre as nações, em todos os aspectos, principalmente o cultural.
                O problema está mesmo nos abusos e nas manipulações que fazem a vergonha neste como em outros esportes, fruto das imperfeições morais de nosso estágio humano, ainda caracterizado pela noção de tirar vantagem e dirigido pelo egoísmo galopante que gera a corrupção. E no caso da Copa no Brasil, convenhamos que foi um equívoco histórico face às dificuldades do país, a ponto de perder o encanto a Copa vir para o país e mesmo se a seleção foi desclassificada. Não é para menos. Os sinais de supostos desvios, superfaturamento e toda sorte de corrupção supostamente envolvidos enojaram o evento.
                É lamentável o abuso que se alcançou. Com tanta necessidade de investimentos em escolas, construção ou reforma – e o mesmo pode-se dizer dos hospitais, bem como em segurança e tantas outras necessidades gritantes, é inadmissível o bilionário investimento em estádios – que poderiam ser apenas melhorados, em detrimento de tanto que ainda falta fazer pelo país. Nem é preciso elencar aqui em termos explícitos as necessidades que o país apresenta, pois que bem conhecido de nossa realidade cotidiana.
                Isso chega ser tremenda irresponsabilidade. E isso sem dizer de tantas outras iniciativas mal explicadas. Na verdade queremos, em termos de nação, mostrar o que não somos.
                Mas isso não é desanimador. Ao contrário, é estimulante para o amadurecimento da razão e do bom senso. Os fatos agora acumulam os desacertos e pedem coerência nas escolhas e decisões. Vai ser uma dura lição, de alto custo para o país, com reflexos para décadas. Em síntese vivemos uma prova moral, que visa transformar-nos para o bem.
                Pelo menos vamos amadurecer mais um pouco. E por outro lado o descuido infantil de nossas lideranças políticas solicita ao sentimento cristão vibrações em favor do equilíbrio e recuperação moral desses que já se comprometeram perante si mesmos, cuja consciência vai exigir reparação no devido tempo.
                E aqueles que tenhamos consciência cristã somos convidados a não engrossar a fileira dos críticos e sim somar forças nas preces e visualizações positivas em favor da Pátria, pelo menos por gratidão ao tesouro de aqui termos sido acolhidos. Este extraordinário país, de imensas riquezas culturais, naturais, sua diversidade que acolhe todos os povos e crenças, além de sua beleza continental, nos pede a prudência que prossegue confiante. Afinal a condução do país não está em mãos que julgam tudo poder, mas nas sábias mãos do Cristo que conduz a vida no planeta e, por consequência, no país. Confiemos! E continuemos a trabalhar. 
                Será de muita utilidade buscar na letra e música do Hino Nacional – não apenas por ocasião de jogos de futebol – a inspiração que indica a proposta de trabalho no país, também muito bem representada no lema que brilha em nossa bandeira: Ordem e Progresso. Se pensarmos com cuidado e muita seriedade que o lema traz em síntese as sábias e amorosas Leis de Deus! O descuido ao lema e ao que representa trouxe-nos ao momento complexo e difícil, mas nunca é tarde para retomar os próprios caminhos, inclusive coletivamente.


                Sem desânimo, pois. Avante Brasil! 



Orson Peter Carrara









sábado, 17 de maio de 2014

COMO FICA O ESPIRITISMO-RELIGIÃO?

Foto: <3 COMO FICA O ESPIRITISMO-RELIGIÃO? <3

Fica muito bem. O Espiritismo, pela sua origem, é uma ciência de pesquisa, uma filosofia de comportamento e uma religião de vivência. Em nossa Doutrina há mais religiosidade do que religiosismo. 
O religiosidade é um estado de crença interior, o religiosismo é um aparato. O Espiritismo tem a ver com todos os postulados de todas as religiões e tem em suas bases essenciais a crença em Deus, na imortalidade da alma e na justiça divina, que são os seus pontos básicos. Mas, não é uma religião organizada nos moldes das que têm culto, sacerdócio e ministério estatuídos. É, digamos, a religião cósmica do amor, em que a nossa religiosidade nos religa ao Criador. Afirmamos, portanto, que o Espiritismo é uma ciência, filosofia e religião. 

Divaldo Franco

OBSERVAÇÃO: A Ciência explica, a Filosofia indaga e a Religião transforma


Fica muito bem. O Espiritismo, pela sua origem, é uma ciência de pesquisa, uma filosofia de comportamento e uma religião de vivência. Em nossa Doutrina há mais religiosidade do que religiosismo. 
O religiosidade é um estado de crença interior, o religiosismo é um aparato. O Espiritismo tem a ver com todos os postulados de todas as religiões e tem em suas bases essenciais a crença em Deus, na imortalidade da alma e na justiça divina, que são os seus pontos básicos. Mas, não é uma religião organizada nos moldes das que têm culto, sacerdócio e ministério estatuídos. É, digamos, a religião cósmica do amor, em que a nossa religiosidade nos religa ao Criador. Afirmamos, portanto, que o Espiritismo é uma ciência, filosofia e religião. 



Divaldo Franco



OBSERVAÇÃO: A Ciência explica, a Filosofia indaga e a Religião transforma

COMECE POR VOCÊ

Foto: <3 <3 COMECE POR VOCÊ <3 <3

(...) O Mundo ainda não é esse local especial que tanto ansiamos porque cada um de nós deseja, pensa, anseia por mudar o "OUTRO". Por fazer que o "OUTRO" se revista de compreensão, de polidez.
Contudo, o Modelo e Guia da Humanidade (Jesus) estabeleceu que cada um deve dar conta da sua própria administração.
Administração da sua vida, dos seus deveres, da sua missão.
O mundo é a somatória de todos nós, das ações de todos os homens.
Cabe-nos pois a inadiável decisão de nos propormos à própria melhoria.
E hoje é o melhor dia para isso. Nem amanhã, nem depois.
Hoje. Comecemos a pensar em que poderemos nos melhorar.
Quem sabe, um gesto de gentileza? Que tal um Bom dia? Um Obrigado, um sorriso?

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.


(...) O Mundo ainda não é esse local especial que tanto ansiamos porque cada um de nós deseja, pensa, anseia por mudar o "OUTRO". Por fazer que o "OUTRO" se revista de compreensão, de polidez.
Contudo, o Modelo e Guia da Humanidade (Jesus) estabeleceu que cada um deve dar conta da sua própria administração.
Administração da sua vida, dos seus deveres, da sua missão.
O mundo é a somatória de todos nós, das ações de todos os homens.
Cabe-nos pois a inadiável decisão de nos propormos à própria melhoria.
E hoje é o melhor dia para isso. Nem amanhã, nem depois.
Hoje. Comecemos a pensar em que poderemos nos melhorar.
Quem sabe, um gesto de gentileza? Que tal um Bom dia? Um Obrigado, um sorriso?


Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita.




A DOR

Foto: <3 A dor vem para induzir a crescer. <3
Deus criou suas leis para serem cumpridas, e todos nós vamos inevitavelmente avançar até atingirmos a condição de espíritos perfeitos, leve o tempo que for para que isso aconteça. E a forma que a sabedoria divina tem para tirar nosso carro do atoleiro é dinamizar no homem a sua força interior, a fim de que ele, através do próprio esforço - esforço que ele costumeiramente se negava a fazer consiga recolocar o carro da sua vida na estrada do crescimento. Nossa força interior é estimulada exatamente pela necessidade de tirarmos o carro do atoleiro. A dificuldade é o meio pelo qual a vida possibilita ao homem o resgate de suas capacidades e talentos para solucionar os problemas a que suas próprias imperfeições espirituais deram causa.

José Carlos de Lucca.
do livro: Cura e Libertação

A dor vem para induzir a crescer. 
Deus criou suas leis para serem cumpridas, e todos nós vamos inevitavelmente avançar até atingirmos a condição de espíritos perfeitos, leve o tempo que for para que isso aconteça. E a forma que a sabedoria divina tem para tirar nosso carro do atoleiro é dinamizar no homem a sua força interior, a fim de que ele, através do próprio esforço - esforço que ele costumeiramente se negava a fazer consiga recolocar o carro da sua vida na estrada do crescimento. Nossa força interior é estimulada exatamente pela necessidade de tirarmos o carro do atoleiro. A dificuldade é o meio pelo qual a vida possibilita ao homem o resgate de suas capacidades e talentos para solucionar os problemas a que suas próprias imperfeições espirituais deram causa.



José Carlos de Lucca.
do livro: Cura e Libertação