sábado, 30 de junho de 2012

10 ANOS SEM CHICO XAVIER



Dia 30 de junho de 2002 desencarnava Chico Xavier. Ficamos sem sua presença física. Mas, com certeza, ele continua vivo no plano espiritual, nas obras que psicografou e dentro de todos aqueles que aprenderam a amá-lo pelos exemplos de amor cristão que viveu. E a melhor homenagem que podemos fazer a ele é divulgar e ler os livros psicografados por ele. Livros estes que complementam as obras básicas e que, infelizmente, são pouco lidos pelos espíritas. "Espíritas, instruí-vos..."


Rudymara (http://grupoallankardec.blogspot.com)







quarta-feira, 27 de junho de 2012

terça-feira, 19 de junho de 2012

BEBIDA ALCOÓLICA - Richard Simonetti


 
Após a morte do corpo físico, o alcoólatra continua sequioso da “água que passarinho não bebe”, porquanto o álcool, além dos estragos no corpo físico, provoca um condicionamento no corpo espiritual que impõe a mesma premência de beber.
Como satisfazer-se, se lhe falta o corpo?
Um único meio, não menos espantoso, que ele logo dominará ligar-se ao psiquismo de um viciado “vivo”, o que lhe permitirá experimentar as sensações da bebida.
Um transe mediúnico invertido.
Ao invés de o encarnado colher as impressões do Espírito, este colhe suas sensações, ao fazer uso da bebida, satisfazendo-se.
Pessoas sensíveis a essa influência são facilmente dominadas, transformando-se em
“canecos humanos”.Bebem descontroladamente, agindo como instrumentos para a satisfação dos parceiros invisíveis.
- É um sem-vergonha! Devia curtir sua bebedeira na prisão dizem as pessoas, referindo-se ao bebum.
É um obsediado. Precisa de tratamento médico e assistência espiritual – ensina a Doutrina Espírita.

Nos bares, onde o consumo de alcoólicos é expressivo, o ambiente espiritual assustaria o médium vidente.
Turbas de Espíritos viciados, a envolver os freqüentadores, sustentando neles a compulsão alcoólica.
Reuniões sociais regadas a álcool são muito freqüentadas por “penetras” desencarnados, viciados do Além.
Aproveitam o alto consumo de bebidas nesses ambientes, porquanto o álcool é reconhecido como recurso desinibidor. Algumas doses são suficientes para superar a timidez, favorecendo a comunicação, sem o que muitos convidados sentem-se marginalizados.
O que nem todos sabem é que o álcool nada faz senão anestesiar centros de controle do comportamento. E como ali estão, também, as bases físicas da reflexão e do senso de avaliação, o bebum passa a oscilar entre a expansividade e a agressividade, a comunicabilidade e o ridículo, a descontração e a inconveniência.
Não raro, sobrepondo-se aos viciados desencarnados, que buscam os “canecos humanos”, há obsessores cruéis que se aproveitam das brechas psíquicas abertas pelo álcool.
Acidentes, brigas, agressões, crimes, desentendimentos, desuniões, desequilíbrios surgem, a partir da insidiosa ação de entidades das sombras que se infiltram na mente indefesa do alcoolizado, levando-o a um comportamento anti-social.
O problema fundamental do viciado é a incapacidade de ajustar-se às realidades existenciais.
Alimentando uma visão distorcida, empolga-se pela busca de sensações, perseguindo uma euforia artificial, um céu efêmero sempre sucedido por inferno de desequilíbrios.
Impermeável aos conselhos e orientações de amigos e familiares, insiste no vício, perdendo as melhores oportunidades de edificação da jornada humana. Depois, situa-se em longos estágios de sofrimento depurador na Espiritualidade, qual lavrador desavisado que colhe espinhos semeados em campo fértil.
Quantos males seriam evitados! Quantas dores não aconteceriam! Quantos problemas seriam resolvidos, se o alcoolismo das conversas vazias de fim de expediente, de férteis reuniões sociais, de preguiçosos fins de semana, fosse substituído pela visita ao enfermo, pelo atendimento ao necessitado, pelo estudo edificante, pela participação na atividade religiosa . . .
Os que assim fazem não precisam de drinques, para experimentarem descontração ou fugaz euforia, porquanto há neles aquela vida abundante a que se referia Jesus. Aquela força divina que vibra nas veias, quando a mente se povoa de ideais e o coração pulsa ao ritmo abençoado do serviço no campo do Bem.


(Tema: Diabólico elixir, do livro: Tempo de Despertar)


 

Perante o corpo : precaver-se contra tóxicos, narcóticos, alcoólicos, e contra o uso demasiado de drogas que viciem a composição fisiológica natural do organismo. Existem venenos que agem gota a gota.  (André Luiz - Conduta Espírita)









 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O CORPO PODE MORRER NA AUSÊNCIA DA ALMA?


Durante a vida corpórea, a alma não está jamais completamente desligada do corpo. Os Espíritos e os videntes reconhecem o Espírito de uma pessoa encarnada por uma estria luminosa que acaba em seu corpo, fato que nunca ocorre quando o corpo está morto, porque então a separação é completa. É por este laço que o Espírito é avisado, instantaneamente, qualquer que seja a distância em que estiver, da necessidade que o corpo tem de sua presença, e então volta com a rapidez do relâmpago. Daí resulta que o corpo jamais pode morrer durante a ausência da alma e que jamais pode acontecer que esta, em sua volta, encontre a porta fechada, como certos romances fantasiosos relatam.


(O Livro dos Médiuns, item 118. -  Revista: O Consolador ) 







quarta-feira, 6 de junho de 2012

MEDICINA E ESPIRITUALIDADE



Espiritualidade fará parte de histórico médico daqui a alguns anos, afirma especialista
Há algum tempo, hospitais e médicos vêm utilizando a espiritualidade como aliado no processo de cura do paciente. Apesar de ser um assunto polêmico, muitos pesquisadores já apontam um papel positivo da espiritualidade e religiosidade em doenças coronarianas, hipertensão arterial, ansiedade, depressão, função imune e mortalidade em geral.
“De uma maneira geral, as pessoas interpretam todos os acontecimentos de sua vida sob uma visão espiritual e conhecer e respeitar esta interpretação é de grande ajuda para o doente e para o profissional que o assiste”, acredita Islan Nascimento, otorrinolaringologista e presidente da Associação Médico-Espírita da Paraíba.
Segundo ele - que coordenará um encontro sobre o assunto a partir desta quinta-feira (7) - o tema vem ganhando cada vez mais destaque. Para se ter uma ideia, de 1980 a 1982 o tema foi pesquisado e publicado em 101 artigos de revistas indexadas. De 2003 a 2005, foram 1,8 mil. Desde 2000, foram quase três mil artigos. “A medicina é baseada em pesquisas. Há 20 anos, ninguém questionava o paciente sobre seu histórico sexual. O tema era visto como algo particular. Hoje, é procedimento-padrão. Daqui a 20 anos isso acontecerá com a espiritualidade, que vem conquistando espaço nos consultórios e até na vida de artistas", complementa Islan Nascimento.
É o caso, por exemplo, do ator Reynaldo Gianecchini. Na luta contra um câncer linfático, o ator global decidiu aliar o tratamento convencional ao espiritismo, e parece não ter se arrependido. Em várias entrevistas concedidas, Reynaldo Gianecchini afirmou que o procedimento o deu forças para lutar pela cura, com tranquilidade.
E o ator não está sozinho neste pensamento. Segundo a revista Veja, cerca de 80% de pacientes vítimas de câncer no Brasil, recorrem a medicinas alternativas, geralmente ligadas à religiosidade, para complementar o tratamento alopático.
"Os dados são reais, mas só recentemente a medicina passou a reconhecer a existência de tais práticas", afirma Islan Nascimento, antes de concluir: "Existem estudos comprovando que a fé tem efeitos positivos na saúde das pessoas. Esses pacientes se sentem mais otimistas em relação ao sucesso dos tratamentos convencionais e, assim, além de se cuidarem mais, eles colaboram mais com os médicos. O objetivo é sempre usar o melhor da medicina convencional e o melhor da medicina complementar em defesa do doente".
Encontro nesta quinta abordará saúde e espiritualidade
Deixando de ser apenas "teoria" para se tornar realidade, a espiritualidade no processo de cura virou assunto sério nos consultórios e até de encontros científicos. A exemplo do 7º Encontro das Associações Médico-Espírita do Norte e Nordeste (Encontrame), que será realizado em João Pessoa, entre quinta e sábado desta semana, na Federação Espírita da Paraíba, na Torre.
Voltado para médicos, estudantes e profissionais de saúde e aberto ao público em geral, o encontro trará à capital paraibana, a presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil e Internacional, Marlene Nobre. A médica, que trabalhou com o médium Chico Xavier, ministrará a palestra de abertura do evento (Atualidade Científica na obra psicográfica de Chico Xavier), às 20h30.
Durante os dias do evento, especialistas da Paraíba, Pará, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Minas Gerais e São Paulo abordarão assuntos relativos ao tema central: "Saúde, Ciência e Espiritualidade". Entre eles, aborto do anencéfalo, células-tronco, Experiência de Quase Morte e Transtorno Bipolar.

ATIVIDADES PARALELAS
Paralelamente ao Encontro também serão realizados a 2ª Jornada Médico-Espírita Paraibana e o 1º Encontro Acadêmico em Saúde e Espiritualidade. Na ocasião, alunos universitários poderão apresentar trabalhos científicos sobre o tema. Os melhores trabalhos serão publicados na revista do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O 7º Encontro das Associações Médico-Espíritas do Norte e Nordeste está sendo promovido pela Associação Médico-Espírita da Paraíba e pela Associação Médico-Espírita de Campina Grande, em parceria com a Unimed JP e com outras instituições do Estado.

Mais informações podem ser obtidas no blog da AME-PB (http://amepb.blogspot.com.br/).











sexta-feira, 1 de junho de 2012

REIKI E PASSE ESPÍRITA



O QUE É REIKI?
Reiki é um conjunto de palavras japonesas que significam "passagem livre de energia universal de força vital".
REI - significa passagem livre.
KI - significa energia de força vital.
Reiki não tem nenhum caráter religioso, é uma prática espiritual esotérica desenvolvida em 1922 pelo japonês Mikao Usui que é baseada na canalização da energia universal (rei) através da imposição de mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital de quem a recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual); podendo eliminar doenças e promover saúde. O atendimento é feito com hora marcada e a prática se dá com o indivíduo deitado numa maca.
O Terapeuta ou o Mestre não cobra pela energia, que é gratuita, mas cobra pelo trabalho, pelo tempo e dedicação. Sendo hoje uma profissão legalizada pelo Governo Brasileiro, o Terapeuta Reiki cobra como qualquer outra terapia, de acordo com o nível financeiro da região onde trabalha. Além das despesas com estudo e aperfeiçoamento contínuo, quem trabalha com esta Terapia tem despesas com a estrutura do trabalho, material, luz, etc.


O QUE É PASSE ESPÍRITA?
O Passe Espírita, ou Fluidoterapia, como é também conhecido, é uma transfusão de uma certa quantidade de energias fluídicas vitais (psíquicas) ou espirituais, utilizando-se a imposição das mãos, com o propósito de atuar em nível perispiritual, usada e ensinada por Jesus, como se vê nos Evangelhos. Origina-se das práticas de cura do Cristianismo Primitivo. Há pessoas (médiuns passistas) que tem uma capacidade maior de absorção e armazenamento dessas energias que emanam do Fluido Cósmico Universal e da própria intimidade do Espírito. Tal capacidade as coloca em condições de transmitirem essas energias a outras criaturas que eventualmente estejam necessitando. A aglutinação dessa força se faz automaticamente e também, atendendo ao apelo do médium passista (prece) que então municiado dessa carga, transmite de suas mãos. O passe ocorre, geralmente, nos Centros Espíritas, e no caso da pessoa não poder se locomover até uma casa espírita, o passista poderá ir até o necessitado. Normalmente é ministrado na pessoa sentada, mas quando esta está acamada, num hospital, por exemplo, pode aplicar na pessoa deitada. A prática do passe é totalmente gratuita porque seguimos a recomendação do Cristo: “Dai de graça o que de graça recebeste.” Devemos ajudar todos de igual maneira, mas, principalmente os que não podem pagar. E acreditamos que a cura só é possível com a permissão divina. André Luiz em Opinião Espírita, cap. 55 explica que: “(...) Os Centros Espíritas precisam, ao lado do passe, propiciar os meios para que frequentadores conheçam a doutrina e se exercitem num trabalho íntimo de evangelização, para a conquista da saúde definitiva.” Porque com a cura física, muitas pessoas se atiram de novo ao desregramento, voltando a se prejudicarem. Mas quem aprende que precisa se aprimorar espiritualmente na prática do Bem e nisso se empenha, quer alcance ou não a cura do corpo, encontrará o caminho para a cura verdadeira e duradoura, a manutenção do equilíbrio em seu espírito imortal. Portanto, empenhemo-nos em curar males físicos, se possível. Mas lembremos, porém, que o Espiritismo ajuda na “cura das moléstias morais”, a grande causadora das doenças. Não queiramos dar maior importância à cura de corpos do que a cura do espírito.
Como vimos, o Reiki também ajuda muitos doentes saírem física e mentalmente recuperados. Deus não beneficia só os espíritas ou os freqüentadores da casa espírita. Por isso, cabe a nós, espíritas, respeitarmos as mais diversas modalidades e formas de cura. São meios úteis de minimizar o sofrimento alheio. Mas, queremos esclarecer, que não somos contra métodos, técnicas, rituais, etc., adotados por outras seitas, religiões, terapias holísticas ou alternativas. A Doutrina nunca diz ser “contra” alguma coisa, no máximo “não é favorável”. Ela nunca diz “não pode”, no máximo diz “não deve”. Pregamos o livre arbítrio, portanto, temos obrigação de exercê-lo. Mas, não é por respeitarmos que as adotaremos. Não queremos impor aquilo que acreditamos a ninguém, mas não queremos que nos imponham o que não aceitamos. Não gostaríamos de ver implantado na Casa Espírita o que não pertence a ela. Mas aquele que acredita ser certo o que pratica, não deve se melindrar com opinião contrária, “a cada um segundo sua consciência”.



Texto de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec - http://grupoallankardec.blogspot.com)