quarta-feira, 29 de agosto de 2012

HOMENAGEM A BEZERRA DE MENEZES

Bezerra de Menezes, o médico que tinha sua profissão como verdadeiro sacerdócio, dizia:

 
Um médico não tem o direito de terminar uma refeição; nem de escolher hora; nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate a porta; nem de deixar de acodir por estar com visitas; nem por ter trabalhado muito e achar-se fatigado; ou por ser noite, e o caminho ou tempo está ruim; nem por ficar longe ou no morro o que, sobretudo, pede um carro a quem não tem com que pagar a receita; ou diz a quem chora a porta que procure outro, esse não é médico, é negociante de medicina. Esse é um infeliz, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única gratificação que podia saciar a sede de riqueza do seu espírito, a única que jamais se perderá nos vais-e-vens da vida."




Bezerra de Menezes nasceu dia 29 de agosto de 1831








segunda-feira, 27 de agosto de 2012

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

NOVELA INSPIRA HOMEM A EXTORQUIR EX-PATRÃO


Homem é preso ao tentar extorquir ex-patrão em SP

Um homem foi preso em flagrante, na noite deste sábado (11/08/2012), no momento em que tentava extorquir seu ex-patrão em São José dos Campos, principal cidade paulista do Vale do Paraíba. Ele pedia R$ 280 mil para não revelar detalhes sobre possíveis fraudes contábeis na indústria comandada pela vítima que, há uma semana, começou a receber as mensagens de texto e as cartas com ameaças.
Ele foi surpreendido pelos oficiais da Polícia Civil, que anunciaram a prisão. Inicialmente, o homem negou o crime, mas depois admitiu, explicou que passava por dificuldades financeiras e contou que a inspiração foi a cena que ele viu na novela Avenida Brasil.



Observação de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec: As novelas mostram normalidade em trair, em vingar, em ser desonesto, em casar-se várias vezes, em ter um casamento poligâmico, em fazer “sexo” com quantos tiver oportunidade, etc. Qualquer música, “jargão”, trejeitos, roupas, sapatos, corte de cabelo, etc., lançado na novela, as pessoas copiam. Se adultos são influenciados, quem dirá as crianças e jovens. Portanto, tomemos cuidado com os programas que elegemos para nossa família. Precisamos usar o discernimento na escolha dos programas. Se há veiculação de ideias perniciosas, é porque ainda carregamos ideias inferiores, e, como os espíritos disseram à Kardec: "não tereis, verdadeiramente, o direito de vos dizer civilizados senão quando tiverdes banido de vossa sociedade os vícios que a desonram..."  





MÁ INFLUÊNCIA DAS NOVELAS

 
As novelas de TV: instrumento poderoso, mas mal utilizado


Muitas pessoas se espantaram com o fato de ter a revista VEJA, em sua edição do dia 8 de agosto, dedicado 9 páginas à novela Avenida Brasil, uma obra de ficção que a Rede Globo leva ao ar diariamente, às 21h.
      
Para que o leitor avalie o que tal fato significa, a revista dedicou na mesma edição 7 páginas ao julgamento pelo Supremo Tribunal Federal do mensalão, o escândalo que levou ao banco dos réus 38 pessoas, um fato de importância real e decisiva para o futuro de nosso país.
Saliente-se que a revista VEJA pertence a um grupo editorial que edita outras revistas voltadas para o entretenimento e os programas de TV, ocupando-se VEJA, geralmente, de temas cuja importância para a nação tem, a exemplo dos assuntos políticos e econômicos, muito maior relevância.
As novelas apresentadas pela TV cumprem, como se sabe, um papel importante no tocante ao entretenimento das famílias e constituem um dos poucos divertimentos colocados, a custo zero, à disposição da população brasileira.
Ocorre que nem sempre, pelos valores que transmitem, têm elas contribuído para a formação cultural e o fortalecimento humanístico daqueles que as acompanham, capítulo a capítulo.
Neste momento, a trama central das novelas que a Globo exibe tem como foco a ambição desmedida – que é o caso da novela das 18h –, a inveja e o despeito – caso da novela das 19h –, o ódio e a vingança – que é o caso da novela das 21h – e, por fim, a luxúria e a hipocrisia – que constituem o foco de Gabriela, obra baseada em um dos clássicos do saudoso Jorge Amado.
Alguns alegarão que é assim mesmo que o povo brasileiro se comporta e que as novelas retratam tão-somente o que existe de fato na sociedade.
Pode ser. Não nos cabe discutir se isso é ou não verdade. Mas ocorre nos programas de entretenimento, inclusive nas novelas da TV, o que um certo presidente da República disse, oportunamente, a respeito da imprensa no Brasil, que dá um destaque muito grande para o erro e as mazelas e ignora o que se faz de bom e de certo no País.
Parece-nos que os autores de nossas novelas decidiram enveredar pelo mesmo caminho, o que sinceramente lamentamos, visto que têm eles à mão um instrumento poderoso que, no entanto, é muito mal utilizado.
 
 
 
Revista "O Consolador"
 
 
 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A RIQUEZA DE JESUS


Jesus nasceu numa manjedoura, simples e emprestada.
O barco, o jumento e as casas que ele utilizou para pregar eram todos emprestados.
Jesus nunca deu ou prometeu dar coisas materiais, mas sim "vida em abundância ..."
Jesus deu seus “ensinamentos”, que ele chamou de “sementes” na parábola do semeador.
Sua promessa era de que, se cultivássemos estas “sementes” em nossos corações e utilizássemos em nossa vida seríamos bem-aventurados.
Ensinou que o reino dos céus não está nos céus, está dentro de nós e que a riqueza desse reino é composta por virtudes.
Curou corpos para ganhar respeito daquele povo e para chamá-los para perto dele para que pudesse ensinar que a vivencia de seus ensinamentos curava algo muito mais importante: as chagas da alma.
Ele nasceu entre nós para nos mostrar o caminho da salvação, ou melhor, o caminho que nos livra dos erros, dos vícios, consequentemente, das dores e aflições dizendo: "Nem todo que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus (...)”
Ele ensinou que não precisamos ressarcir os erros cometidos através do sofrimento, quando disse: “o amor cobre multidões de pecados”.
Ele também explicou que não basta ter conhecimento das leis de Deus se não há vivencia deles: “a fé sem obras é morta”.
Ele nunca cobrou pelas aulas ou pelas curas e esclareceu: “Dai de graça o que de graça recebestes.”
Compreendeu os ingratos, os covardes, os violentos dizendo: “ Pai, perdoa-os, eles não sabem o que fazem.”
Ele viveu integralmente o que pregou.
No entanto, hoje, estão buscando Jesus nos templos religiosos para “prosperar” materialmente; para curar seus males físicos; para vender sua palavra e enriquecer; para pedir proteção; para cumprir rituais e dogmas; mas, o fim principal ficou esquecido: a prosperidade espiritual.
Ele não veio para levar o pecado do mundo, ele veio para mostrar como devemos proceder para eliminar o pecado do mundo. Se ele tivesse levado o pecado do mundo, o mundo não teria tantos pecadores. Então, lembremos que prestaremos conta das nossas ações, como alertou o Mestre: “A cada um segundo suas obras.” E que estas obras sejam paltadas na riqueza deixada por Ele: O AMOR.