sábado, 17 de maio de 2014

COMO FICA O ESPIRITISMO-RELIGIÃO?

Foto: <3 COMO FICA O ESPIRITISMO-RELIGIÃO? <3

Fica muito bem. O Espiritismo, pela sua origem, é uma ciência de pesquisa, uma filosofia de comportamento e uma religião de vivência. Em nossa Doutrina há mais religiosidade do que religiosismo. 
O religiosidade é um estado de crença interior, o religiosismo é um aparato. O Espiritismo tem a ver com todos os postulados de todas as religiões e tem em suas bases essenciais a crença em Deus, na imortalidade da alma e na justiça divina, que são os seus pontos básicos. Mas, não é uma religião organizada nos moldes das que têm culto, sacerdócio e ministério estatuídos. É, digamos, a religião cósmica do amor, em que a nossa religiosidade nos religa ao Criador. Afirmamos, portanto, que o Espiritismo é uma ciência, filosofia e religião. 

Divaldo Franco

OBSERVAÇÃO: A Ciência explica, a Filosofia indaga e a Religião transforma


Fica muito bem. O Espiritismo, pela sua origem, é uma ciência de pesquisa, uma filosofia de comportamento e uma religião de vivência. Em nossa Doutrina há mais religiosidade do que religiosismo. 
O religiosidade é um estado de crença interior, o religiosismo é um aparato. O Espiritismo tem a ver com todos os postulados de todas as religiões e tem em suas bases essenciais a crença em Deus, na imortalidade da alma e na justiça divina, que são os seus pontos básicos. Mas, não é uma religião organizada nos moldes das que têm culto, sacerdócio e ministério estatuídos. É, digamos, a religião cósmica do amor, em que a nossa religiosidade nos religa ao Criador. Afirmamos, portanto, que o Espiritismo é uma ciência, filosofia e religião. 



Divaldo Franco



OBSERVAÇÃO: A Ciência explica, a Filosofia indaga e a Religião transforma

COMECE POR VOCÊ

Foto: <3 <3 COMECE POR VOCÊ <3 <3

(...) O Mundo ainda não é esse local especial que tanto ansiamos porque cada um de nós deseja, pensa, anseia por mudar o "OUTRO". Por fazer que o "OUTRO" se revista de compreensão, de polidez.
Contudo, o Modelo e Guia da Humanidade (Jesus) estabeleceu que cada um deve dar conta da sua própria administração.
Administração da sua vida, dos seus deveres, da sua missão.
O mundo é a somatória de todos nós, das ações de todos os homens.
Cabe-nos pois a inadiável decisão de nos propormos à própria melhoria.
E hoje é o melhor dia para isso. Nem amanhã, nem depois.
Hoje. Comecemos a pensar em que poderemos nos melhorar.
Quem sabe, um gesto de gentileza? Que tal um Bom dia? Um Obrigado, um sorriso?

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.


(...) O Mundo ainda não é esse local especial que tanto ansiamos porque cada um de nós deseja, pensa, anseia por mudar o "OUTRO". Por fazer que o "OUTRO" se revista de compreensão, de polidez.
Contudo, o Modelo e Guia da Humanidade (Jesus) estabeleceu que cada um deve dar conta da sua própria administração.
Administração da sua vida, dos seus deveres, da sua missão.
O mundo é a somatória de todos nós, das ações de todos os homens.
Cabe-nos pois a inadiável decisão de nos propormos à própria melhoria.
E hoje é o melhor dia para isso. Nem amanhã, nem depois.
Hoje. Comecemos a pensar em que poderemos nos melhorar.
Quem sabe, um gesto de gentileza? Que tal um Bom dia? Um Obrigado, um sorriso?


Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita.




A DOR

Foto: <3 A dor vem para induzir a crescer. <3
Deus criou suas leis para serem cumpridas, e todos nós vamos inevitavelmente avançar até atingirmos a condição de espíritos perfeitos, leve o tempo que for para que isso aconteça. E a forma que a sabedoria divina tem para tirar nosso carro do atoleiro é dinamizar no homem a sua força interior, a fim de que ele, através do próprio esforço - esforço que ele costumeiramente se negava a fazer consiga recolocar o carro da sua vida na estrada do crescimento. Nossa força interior é estimulada exatamente pela necessidade de tirarmos o carro do atoleiro. A dificuldade é o meio pelo qual a vida possibilita ao homem o resgate de suas capacidades e talentos para solucionar os problemas a que suas próprias imperfeições espirituais deram causa.

José Carlos de Lucca.
do livro: Cura e Libertação

A dor vem para induzir a crescer. 
Deus criou suas leis para serem cumpridas, e todos nós vamos inevitavelmente avançar até atingirmos a condição de espíritos perfeitos, leve o tempo que for para que isso aconteça. E a forma que a sabedoria divina tem para tirar nosso carro do atoleiro é dinamizar no homem a sua força interior, a fim de que ele, através do próprio esforço - esforço que ele costumeiramente se negava a fazer consiga recolocar o carro da sua vida na estrada do crescimento. Nossa força interior é estimulada exatamente pela necessidade de tirarmos o carro do atoleiro. A dificuldade é o meio pelo qual a vida possibilita ao homem o resgate de suas capacidades e talentos para solucionar os problemas a que suas próprias imperfeições espirituais deram causa.



José Carlos de Lucca.
do livro: Cura e Libertação





sexta-feira, 25 de abril de 2014

DISTÚRBIOS E PAZ - Divaldo Franco


Somando-se à violência que se tornou o cotidiano de todos nós, estamos vivendo em nosso estado momentos difíceis de serem suportados. Em razão da greve de Polícia Militar, fomos, mais uma vez, surpreendidos com a agressividade por parte da população, que ultrapassou os lamentáveis acontecimentos de há dois anos... O que mais surpreende, no entanto, é constatar a dificuldade do ser humano de ser pacífico, de respeitar as direitos alheios, de manter a dignidade quando se apresenta uma situação crítica.
Pessoas aparentemente sociáveis, considerando a impunidade reinante e a falta de policiamento para a defesa do cidadão que paga impostos para ter garantidos os seus direitos, são tomadas de fúria e saqueiam supermercados e lojas, carregando tudo quanto lhes não pertence, permitindo-se praticar hediondos crimes outros, como latrocínios, homicídios, agressões... E como se isso não bastasse, ante a impossibilidade de roubar tudo quanto os olhos abarcam, incendeiam as casas comerciais, numa fúria selvagem.
Movimentam-se as pessoas ponderadas para solicitar preservação dos seus direitos de cidadania, enquanto a chacota e a roubalheira tornam-se públicas, diante dos veículos da mídia, copiando aquela outra, não menos vergonhosa, que se passa em alguns gabinetes governamentais, conforme denuncia a imprensa a todo momento.
Vive-se, realmente, um grave momento em nosso país e no mundo, quase na sua generalidade, em que o brutamontes e o astuto dão-se as mãos para a prática hedionda do crime nas suas mais variadas expressões. Quanta falta nos fazem a ética e a moral, conforme preconizadas por Jesus, especialmente numa sociedade que, aparentemente, lhe cultua a memória e participa de cultos que lhe são dedicados por diferentes seguimentos religiosos! O medo toma conta das pessoas de boa formação moral em razão da insegurança que grassa desarvoradamente. É necessário que restabeleçamos a paz social e a verdadeira fraternidade que devem viger em toda parte.


Artigo de Divaldo Franco publicado hoje, dia 24/04/2014, no jornal A Tarde.





domingo, 13 de abril de 2014

DOMINGO DE RAMOS

Foto: <3 DOMINGO DE RAMOS <3

Jesus e seus discípulos seguiram para Jerusalém. No caminho, Jesus pede para que seus discípulos Lhe arranjassem um animal de carga. E assim o fizeram. Jesus montou nele e prosseguiu a viagem. A estrada estava cheia de pessoas que também iam para Jerusalém para comemorar a páscoa judaica. Eles abriram alas para Jesus passar. Acenaram com ramos de árvores e forraram o chão com suas roupas. E ao segui-Lo iam gritando parte de um salmo, 118: 25-26:
-Hosana! Bendito o rei que vem em nome do Senhor!

O simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que este é um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra. Segundo esta tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Portanto, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria sua entrada como um "príncipe da paz" e não um rei guerreiro.
Em muitos lugares no Oriente Próximo antigo, era costumeiro cobrir de alguma forma o caminho à frente de alguém que merecesse grandes honras. A Bíblia hebraica (II Reis 9:13) relatam que Jeú, filho de Josafá, recebeu este tratamento. Este era símbolo de triunfo e vitória na tradição judaica e aparecem em outros lugares da Bíblia (Levítico 23:40 e Apocalipse 7:9, por ex.). Por causa disto, a cena do povo recebendo Jesus com as palmas e cobrindo seu caminho com elas e com suas vestes se torna simbólica e importante.

OBSERVAÇÃO: O último domingo de Jesus na Terra ficou conhecida como "domingo de ramos." Neste dia ele entrou exaltado e saudado com repeito e alegria. Mas, quatro dias depois, os mesmos que o saudaram o condenaram a morte. :/
Ainda hoje fazemos isso a Ele. Nós o saudamos, dizemos que o amamos, compartilhamos seus ensinamentos pelas redes sociais, mas em seguida, muitos de nós, estamos o traindo quando não fazemos sua vontade. Condenando a morte seus ensinamentos. Mas, ele acredita em nós, porque nos compreende, e assim, continua aguardando há mais de dois mil anos que o sigamos.

COMPILAÇÃO DE RUDYMARA
 
Jesus e seus discípulos seguiram para Jerusalém. No caminho, Jesus pede para que seus discípulos Lhe arranjassem um animal de carga. E assim o fizeram. Jesus montou nele e prosseguiu a viagem. A estrada estava cheia de pessoas que também iam para Jerusalém para comemorar a páscoa judaica. Eles abriram alas para Jesus passar. Acenaram com ramos de árvores e forraram o chão com suas roupas. E ao segui-Lo iam gritando parte de um salmo, 118: 25-26:
-Hosana! Bendito o rei que vem em nome do Senhor!
 
 
O simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que este é um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra. Segundo esta tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Portanto, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria sua entrada como um "príncipe da paz" e não um rei guerreiro.
Em muitos lugares no Oriente Próximo antigo, era costumeiro cobrir de alguma forma o caminho à frente de alguém que merecesse grandes honras. A Bíblia hebraica (II Reis 9:13) relatam que Jeú, filho de Josafá, recebeu este tratamento. Este era símbolo de triunfo e vitória na tradição judaica e aparecem em outros lugares da Bíblia (Levítico 23:40 e Apocalipse 7:9, por ex.). Por causa disto, a cena do povo recebendo Jesus com as palmas e cobrindo seu caminho com elas e com suas vestes se torna simbólica e importante.
 
 
OBSERVAÇÃO: O último domingo de Jesus na Terra ficou conhecida como "domingo de ramos." Neste dia ele entrou exaltado e saudado com repeito e alegria. Mas, quatro dias depois, os mesmos que o saudaram o condenaram a morte.
Ainda hoje fazemos isso a Ele. Nós o saudamos, dizemos que o amamos, compartilhamos seus ensinamentos pelas redes sociais, mas em seguida, muitos de nós, estamos o traindo quando não fazemos sua vontade. Condenando a morte seus ensinamentos. Mas, ele acredita em nós, porque nos compreende, e assim, continua aguardando há mais de dois mil anos que o sigamos.
 
 
 
COMPILAÇÃO DE RUDYMARA

terça-feira, 18 de março de 2014

ESPIRITISMO CURA DEPRESSÃO?


Nenhuma casa espírita cristã verdadeira promete cura a um enfermo. Antes, lhe oferece evangelização, orações, passe magnético e água fluidificada, que ajudam no tratamento.
Quem cura é somente Deus e, para obter cura, são imprescindíveis merecimento e fé. Assim se explica porque Jesus, que curava todas as doenças, nunca prometeu curar todos os doentes, mas somente aqueles que, praticando o bem, aceitassem seu jugo, que é suave e seu fardo, que é leve.
Na Sua bondade infinita, o Pai Celestial faz continuamente descerem à Terra médicos dedicados e cada vez mais competentes, trabalhando na pesquisa e na prática de uma medicina em perene e extraordinária evolução.
Procuremo-los, primeiro de tudo.
Depressão é “doença-fantasma”
Depressão é uma expressão relativamente nova para indicar desânimo mental e físico doentio. Os espíritos Emmanuel e André Luiz, no livro Espírito e Vida, editado pela Federação Espírita Brasileira, a incluem na relação das “doenças-fantasmas”, cuja solução está em nós mesmos.
Para eles, suas vítimas constituem “longas fileiras de irmãos nossos que não apenas infelicitam o lar onde são chamados à sustentação do equilíbrio, mas igualmente enxameiam nos consultórios médicos e nas casas de saúde, tomando o lugar de necessitados autênticos”.
Esses instrutores espirituais referem-se “às criaturas menos vigilantes, sempre inclinadas ao exagero de quaisquer sintomas ou impressões e que se tornam doentes imaginários, vítimas que se fazem de si mesmas nos domínios das moléstias-fantasmas. Experimentam, às vezes, leve intoxicação, superável sem maiores esforços e, dramatizando em demasia pequeninos desajustes orgânicos, encharcam-se de drogas, respeitáveis quando necessárias, mas que funcionam à maneira de cargas elétricas inoportunas, sempre que impropriamente aplicadas.
Atingido esse ponto, semelhantes devotos da fantasia e do medo destrutivo caem fisicamente em processos de desgaste, cujas consequências ninguém pode prever, ou entram, de modo imperceptível para eles, nas calamidades sutis da obsessão oculta, pelas quais desencarnados menos felizes lhes dilapidam as forças.
Depois disso, instalada a alteração do corpo ou da mente, é natural que o desequilíbrio real apareça e se consolide, trazendo até mesmo a desencarnação precoce, em agravo de responsabilidade daqueles que se entibiam diante da vida, sem coragem de trabalhar, sofrer e lutar.”
Aviso salutar da própria alma 
Vêm conselhos de Emmanuel e André Luiz:
“Se surge a depressão nervosa, examinemos o teor das emoções a que estejamos entregando as energias do pensamento, de modo a saber se o cansaço não se resume a um aviso salutar da própria alma, para que venhamos a clarear a existência e o rumo. Antes de lançar qualquer pedido angustiado de socorro, aprendamos a socorrer-nos através da autoanálise, criteriosa e consciente.
Ainda que não seja por nós, façamos isso pelos outros, aqueles outros que nos amam. Combatamos as doenças-fantasmas, que são capazes de transformar-nos em focos de padecimentos injustificáveis a que nos conduzimos por fatores lamentáveis de auto-obsessão.”
Em outra obra, Coragem, edição CEC (Comunhão Espírita Cristã), temos este acréscimo de Emmanuel, sobre o mesmo assunto:
“Se trazes o espírito agoniado por sensações de pessimismo e tristeza, concede ligeira pausa a ti mesmo, no capítulo das próprias aflições, a fim de raciocinar. Se alguém te ofendeu, desculpa. Se feriste alguém, reconsidera a própria atitude. Contratempos do mundo estarão constantemente no mundo, onde estiveres. Disciplina é alicerce da educação. Circunstâncias constrangedoras assemelham-se a nuvens que aparecem no firmamento de qualquer clima. Agradar a todos, ao mesmo tempo, é realização impossível. Mudanças equivalem a tratamento da alma, para os ajustes e reajustes necessários à vida. Conflitos íntimos atingem toda criatura que aspire a elevar-se. Fracassos de hoje são lições para os acertos de amanhã”.
Completando a lição, uma palavra de Francisco Cândido Xavier:
“Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão palavras. Vigie suas palavras, porque elas se tornarão seus atos. Vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos. Vigie seus hábitos, porque eles sem tornarão seu caráter. Vigie seu caráter, porque eles se tornarão o seu destino”.


JÁVIER GODINHO