HOJE, 30 DE JUNHO, FAZ 11 ANOS QUE CHICO XAVIER RETORNOU AO PLANO ESPIRITUAL
domingo, 30 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
QUEM FOI KARDEC?
Há muitos anos nasceu um menino educado, inteligente e muito bom, num país muito longe, chamado França.
Seus pais escolheram para ele o nome de Denizard Hippolyte Léon Rivail. É um nome diferente, não é? É um nome francês, de pessoas que falam diferente de nós.
Esse menino, Denizard, era muito estudioso. Desde pequenino ele gostava de estudar, de olhar livros, de ler!
Aos dez anos de idade seus pais o mandaram para outro país - a Suíça, para aprimorar os seus estudos, pois lá havia a melhor escola da época. Era a escola da fraternidade, que cuidava para que as crianças e os jovens se tornassem homens responsáveis e úteis à sociedade.

Quando ele cresceu, ele se tornou um grande professor, continuou a estudar e a trabalhar. Como ele sabia das coisas! Sabe, por quê? Porque ele aprendia nos livros.

Ele gostava muito de ensinar e por isto foi professor durante muito tempo. Ele era muito esforçado e trabalhador, durante o dia trabalhava e estudava de noite.
Sabem o que ele fazia durante o dia? Ensinava em sua casa, gratuitamente a muitos jovens que não tinham condições de pagar a escola. O professor Léon, por ter estudado muito, era também médico e falava muitas outras línguas, além de sua, o Frances.
Uns anos depois, se deu um episódio feliz em sua vida. Ele conheceu uma moça de nome Amélie Gabrielle Boudet, com quem se casou. Ela também era professora. Ele e a esposa trabalhavam bastante. Entre outros afazeres, ele escrevia livros de estudo para as escolas. Tornou-se assim, um homem conhecido e respeitado.

Um dia... Aconteceu algo muito importante, quando estava com 50 anos de idade, através de um amigo, tomou conhecimento de coisas estranhas que vinham acontecendo na cidade. Dizia o amigo que, em determinada reunião que assistira, os objetos se movimentavam e uma mesa chegara a falar.

É... É isto mesmo, conversando! O professor Léon, acostumado ao estudo, à pesquisa, achou aquilo muito estranho, mas, depois do amigo insistir muito, decidiu assistir uma das reuniões.


- Somos os espíritos.

Sabe como eles conversavam no inicio? Era através de pancadas na mesa.
Depois utilizaram uma cesta de bico. A cesta nada mais é do que um porta-lápis e um apêndice da mão ou um intermediário entre a mão e o lápis.
Com o tempo a cesta foi substituída por uma espécie de mesa em miniatura, com três pés, sendo um deles o suporte do lápis. Diversos outros dispositivos foram desenvolvidos.
Então, os espíritos informaram que nada mais eram do que as almas dos homens que já haviam deixado o corpo físico.
Quando desencarnamos, o corpo vai ficar na Terra, vai ser enterrado. Mas, nós somos Espíritos e continuamos vivos.
Então as pessoas que morrem são Espíritos desencarnados, só não têm o corpo de carne.
Pois então... Denizard aprendeu a conversar com os Espíritos, com as pessoas que já estavam desencarnadas.
Os Espíritos ensinaram a Denizard muitas coisas e ele escreveu tudo em livros, para que todas as pessoas pudessem ler.

Nestes livros que ele escreveu tudo foi ensinado pelos Espíritos que foram dizendo e ditando tudo para o Denizard.
Ele, então, preferiu assinar estes livros com o nome de Allan Kardec, porque este foi um nome que ele teve em outra reencarnação e, assim, ele escolheu este para assinar os livros espíritas.

Os livros que são conhecidos como codificação da Doutrina Espírita , são os seguintes:
• O Livro dos Espíritos,
• O Livro dos Médiuns,
• O Evangelho Segundo o Espiritismo,
• A Gênese,
• O Céu e o Inferno.
Ele escreveu também muitas Revistas sobre o assunto, são as Revistas Espíritas.
terça-feira, 11 de junho de 2013
IRMÃS FOX - história
Em
1848, a aldeia de Hydesville, localizada no condado de Wayne, Estado
de New York, distante 30 km da cidade de Rochester, era um pequeno
aglomerado de casas de madeiras com uma típica população de
agricultores.
Nesta
aldeia, a família Fox, uma família de fazendeiros
composta pelo Pai (John Fox), a Mãe (Magaret Fox), e de
suas filhas: Margareth Fox, de 10 anos e Kate Fox, de 7
anos.
Havia, nesta aldeia, uma cabana onde ocorreu o assassinato de um vendedor (alguns o chamam de mascate). O espírito do vendedor se comunicava com o plano material (Terra) através de sons, barulhos, ruídos.
Após vários moradores passarem pela casa que fazia ruídos, nela foi morar a família Fox.
No princípio, a família não foi incomodada por esses sons que pareciam naturais à casa, mas depois de algum tempo, eis que tais barulhos, ruídos, batidas e até arrastamento de móveis começaram a aparecer com muita força. E estas coisas incomodavam tanto, mas tanto que as meninas viviam em sobressalto, a ponto de se negarem a dormir sozinhas no quarto.
Em
31 março de 1848, deu-se o primeiro lance do fantástico
episódio. A menina de 7 anos de idade - Kate Fox - na sua
espontaneidade - teve a audácia de desafiar a "força
invisível" a repetir, com os golpes, as palmas que ela
batia com as mãos:
Eles
criaram um código tipo: uma batida seria a letra A, duas
batidas seria a letra B e assim por diante...
Ele
(o dono dos ruídos) informou, por este código, ser um
espírito e que tinha sido assassinado naquela casa. Ele
disse, também, o nome do antigo inquilino que o matara e
depois o enterrara na adega a 10 pés de profundidade. Seu
nome era Charles B. Rosma.
A
Kate Fox, foi à Europa onde pôde ser estudada por sábios
de renome. Porque lá havia desenvolvimento científico pelo
qual os fenômenos poderiam ser estudados com rigor e
profundidade.
Texto baseado no artigo "A História do Espiritismo" de Sidney de Paula
imagens - Fonte - Portal do Espírito - www.espirito.org.br
Nesta
aldeia, a família Fox, uma família de fazendeiros
composta pelo Pai (John Fox), a Mãe (Magaret Fox), e de
suas filhas: Margareth Fox, de 10 anos e Kate Fox, de 7
anos.Havia, nesta aldeia, uma cabana onde ocorreu o assassinato de um vendedor (alguns o chamam de mascate). O espírito do vendedor se comunicava com o plano material (Terra) através de sons, barulhos, ruídos.
Após vários moradores passarem pela casa que fazia ruídos, nela foi morar a família Fox.
No princípio, a família não foi incomodada por esses sons que pareciam naturais à casa, mas depois de algum tempo, eis que tais barulhos, ruídos, batidas e até arrastamento de móveis começaram a aparecer com muita força. E estas coisas incomodavam tanto, mas tanto que as meninas viviam em sobressalto, a ponto de se negarem a dormir sozinhas no quarto.
Em
31 março de 1848, deu-se o primeiro lance do fantástico
episódio. A menina de 7 anos de idade - Kate Fox - na sua
espontaneidade - teve a audácia de desafiar a "força
invisível" a repetir, com os golpes, as palmas que ela
batia com as mãos:
-Aqui! Sr. Pé Rachado, faça o que eu faço! - Disse, corajosamente, Kate, batendo palmas.
A resposta foi imediata, e a cada estalo, um golpe era ouvido logo a seguir!
Chegaram
a conclusão que aquela força podia ver e ouvir, pois até
quando se dobrava o dedo, a força respondia. Vários
vizinhos foram chamados, e por sua vez, eles chamaram
outras pessoas e formou-se então uma reunião, onde as
pessoas perguntavam muito.
Eles
criaram um código tipo: uma batida seria a letra A, duas
batidas seria a letra B e assim por diante...
Os
mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar
a adega visando encontrar o esqueleto do suposto
assassinado. E encontraram mesmo. E um jornal de Boston,
cidade dos Estados Unidos, até noticiou o fato.
Vários outros fenômenos deste tipo passaram a ocorrer em outras cidades, em outros países, em outras famílias.
As irmãs Fox cresceram, mas por inexperiência e imaturidade acabaram se envolvendo com o vício do alcoolismo e acabaram sofrendo muitas perseguições e difamações injustas.
A
Kate Fox, foi à Europa onde pôde ser estudada por sábios
de renome. Porque lá havia desenvolvimento científico pelo
qual os fenômenos poderiam ser estudados com rigor e
profundidade. Texto baseado no artigo "A História do Espiritismo" de Sidney de Paula
imagens - Fonte - Portal do Espírito - www.espirito.org.br
DIFERENÇA ENTRE OBSESSÃO SIMPLES, FASCINAÇÃO E SUBJUGAÇÃO
Allan Kardec classifica a obsessão em: obsessão simples, fascinação e subjugação.
Obsessão simples é a mais comum, freqüente, e que poucas pessoas estão livres. Nesse tipo de obsessão o obsidiado permanece no pleno uso de suas faculdades mentais, conservando o discernimento, ele sabe que está errado nos absurdos em que incorre. Reconhece que sua conduta é irregular, não raro ridícula, como lavar repetidamente as mãos ou verificar à exaustão se trancou a porta ou desligou um aparelho elétrico. Numa conta de 2+2 ele sabe que o resultado é 4, mas ele debruça-se sobre a possibilidade de não ser esse o resultado. Diante de idéias infelizes acabamos envolvidos por perseguidores invisíveis que acentuam nossa infelicidade.
A fascinação é mais envolvente. Ela é desenvolvida por hábeis obsessores, estes não se limitam ao bombardeio de idéias infelizes. Atuando com sutileza e inteligência, tratam de convencer o obsidiado das fantasias que lhe sugerem. É como se o obsessor colocasse no obsidiado óculos com lentes desajustadas, confundindo-lhe a visão. O obsidiado numa conta de 2+2 ele não tem dúvida que o resultado da operação é 5. A influência maior ocorre durante o sono.
A subjugação faz com que o obsidiado paralise a vontade e comece a agir segundo a vontade do obsessor. Impondo-lhe muitas vezes gemer, gritar, agoniar, desmaiar e desvarios absolutamente incontroláveis. Boa parcela dos alienados mentais que estagiam nos hospitais psiquiátricos são vítimas da subjugação. No Evangelho (Lucas, 9) tem uma passagem de um pai que roga a Jesus dizendo: “Mestre, suplico-te que vejas meu filho, porque é o único; um Espírito se apodera dele e, de repente, grita, e o atira por terra, convulsiona-o até espumar, e dificilmente o deixa, depois de o ter quebrantado.” Jesus afasta o espírito, e o menino livra-se do problema. A subjugação pode ser moral ou corporal. Na subjugação moral, o obsidiado é colocado muitas vezes em situações comprometedoras. Na subjugação corporal, o espírito atua sobre os órgãos materiais e provoca movimentos involuntários, podendo levar aos mais ridículos atos.
Na obsessão simples o indivíduo é perturbado por idéias infelizes.
Na fascinação o indivíduo se vê convencido delas.
Na subjugação pouco importa o que pensa. O obsessor controla seus movimentos, como uma marionete.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
DESENCARNAÇÃO DE DIMAS.....PERSONAGEM DO LIVRO "OBREIROS DA VIDA ETERNA" DE ANDRÉ LUIZ
A desencarnação não é igual para todos. Mas, este vídeo mostra o amparo, o cuidado, a amor de Deus por todos nós.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
PODEMOS OBTER CURA PELA PRECE?
Esta pergunta foi feita por Allan Kardec aos Espíritos. E está no Livro dos Médiuns, cap. XIV, item 176, pergunta nº 8. E a resposta foi a seguinte: "SIM, ÀS VEZES DEUS O PERMITE. MAS TALVEZ O BEM DO DOENTE ESTEJA EM CONTINUAR SOFRENDO E ENTÃO SE PENSA QUE A PRECE NÃO FOI OUVIDA.”
E para explicar melhor esta resposta, o Espírito Irmão X, através da psicografia de Chico Xavier conta uma bela história no livro “Luz Acima”:
“Ildefonso era filho de D. Malvina Chaves, que há quatro anos encontrava-se semi-acamado; preso à situação difícil, assemelhava-se a um cordeiro. Ele parecia gostar das preces maternas, dedicava-se à leitura edificante e sabia conversar, respeitoso e gentil, encorajando quem o visitava. Malvina o contemplava comovidamente, e pedia através da prece ao Médico Divino, a cura para o filho.
Entidades espirituais intercediam pela mãe virtuosa implorando diariamente pela cura de Ildefonso. E explicavam que na hipótese de o enfermo não merecer a graça, que fosse considerado os méritos da mãe, mulher admirável na fé e no devotamento. Os pedidos se multiplicaram tanto que, um dia, a ordem chegou do Mais Alto, determinando que o jovem fosse reajustado.
Em breves dias, o prodígio estava realizado. Ildefonso recuperou o equilíbrio orgânico, integralmente. E a mãe, feliz, celebrou a bênção, multiplicando serviços de compaixão fraterna e gestos de elevada renovação espiritual.
Após um mês, Dona Malvina começou a desiludir-se. Ildefonso, curado, era outro homem. Perdeu o amor pelas coisas sagradas. Pronunciava palavrões de minuto a minuto. Convidado à prece, dizia, indelicado, que a religião era material de enfermarias e asilos e que não era doente nem velho para ocupar-se de semelhante serviço. Trocava o dia pela noite, tamanha era a pressa de ir para as noitadas barulhentas. Suas despesas desordenadas não tinham fim. Se a mãezinha pedia mudança de atitudes, sorria, zombava, declarando a intenção de recuperar o tempo que perdera através de espreguiçadeiras, remédios e injeções. Com 10 meses era um transviado autêntico. Embriagava-se todas as noites, voltava ao lar nos braços de amigos e, chegou a falsificar a assinatura de um tio em escandaloso saque de grande proporções. A generosa mãe não sabia como resolver o problema do filho rebelde e ingrato. Queixas surgiam de toda parte.
A abnegada mãe via-se aflita e estonteada, sem saber como reajustar a situação, quando, certa noite, pedindo ao filho embriagado que lhe respeitasse os cabelos brancos, foi por ele agredida a pancadas que lhe provocaram angustiosas feridas no coração. Sem palavras de revolta, D. Malvina, procurou seu quarto, em silêncio, e rogou em prece pelo FUTURO ESPIRITUAL de seu filho. Ela compreendeu os planos sábios e justos de Deus. Então, intensa luminosidade espiritual resplandecia em torno de sua cabeça venerável. E uma nova bênção desceu do Mais Alto e, com surpresa de todos, no dia imediato, Ildefonso acordou paralítico.”
Deus ouve nossos pedidos. Mas talvez O BEM ESTEJA EM CONTINUAR SOFRENDO, como disseram os Espíritos.
Resumo de Rudymara (Grupo de Estudo Allan Kardec)
A PARTE DE DEUS E A NOSSA PARTE - evangelização infantil

Deus faz aquilo de que precisamos e o trabalho das pessoas transforma o que vem da natureza.
Quando você come chocolate, foi Deus que fez a planta do cacau e nós, com o trabalho e a inteligência, faz o fruto virar chocolate.
Deus cria a árvore que dá a madeira, o homem transforma a madeira em móveis, papel, lápis, etc.
Deus cria a água, o homem transforma a água em energia elétrica, etc.
Deus cria o algodoeiro, o homem transforma o algodão em tecido.
Deus cria o petróleo, o homem transforma o petróleo em gás de cozinha, gasolina, asfalto, plástico, etc.
Deus cria o barro, o homem transforma o barro em tijolo, telha, etc.
Deus cria a areia chamada cilício, o homem transforma a areia em vidro.
Deus cria o alumínio, o homem transforma o alumínio em panelas, talheres, etc.
Deus cria a inteligência, o homem transforma a inteligência em ação do Bem ou do Mal, conforme o uso de seu livre arbítrio.
E se Deus já tivesse feito tudo? A vida ia ficar muito menos interessante, você não acha?
Você está crescendo. É Deus que faz você crescer. Mas entra aí também o trabalho de muita gente que lhe dá comida, roupa, agasalho, ensinamento . . .
Nem sempre fazemos tudo direito. Às vezes criamos sofrimento. Apesar disso, Deus continua nos convidando a colaborar com tudo que ele cria.
Para ter essa alegria é preciso que todos sejam ajudantes de Deus do jeito certo.
O que acontece quando, em vez de ajudar, as pessoas atrapalham?
Nem sempre fazemos tudo direito. Por isso, sofremos com a poluição do ar, das águas, com doenças, etc.
Retirado do blog mocidadeallankardec.blogspot.com
quinta-feira, 2 de maio de 2013
PROGRAMA ENCONTRO ESPÍRITA CONVIDA
Eu, João Batista Bonani, convido a todos para assistir o PROGRAMA ENCONTRO ESPÍRITA no canal 99 da NET ou TV Cidade. Todas as terças e quintas das 12:00h às 13:00h . Aos sábados das 8:00h às 9:00h. Participem e nos ajudem a divulgar. "Espíritas, unamo-nos...." Obrigado e um grande abraço a todos.
O QUE DIZER DOS LIVROS ESPIRITUALISTAS QUE FALAM DAS ESTRATÉGIAS APERFEIÇOADAS DAS TREVAS PARA ATACAR O MOVIMENTO ESPÍRITA?
Esta pergunta foi feita por uma pessoa que segue nosso blog (Grupo de Estudo Allan Kardec):
O QUE DIZER DOS LIVROS
ESPIRITUALISTAS DE ROBSON PINHEIRO, QUE FALAM DAS ESTRATÉGIAS APERFEIÇOADAS DAS TREVAS PARA
REALIZAR OBSESSÕES COMPLEXAS? O ESPIRITISMO PAROU NO TEMPO?
NOSSA RESPOSTA: Suely Caldas Schubert, no livro “Dimensões
Espirituais do Centro Espírita”, no capítulo 21 “Estratégias dos planos inferiores” mostra a comunicação de
Espíritos que perseguem o Movimento Espírita. Disse ela: “(...) os Espíritos inferiores sintonizando-se conosco, por estarmos na
mesma faixa, passam a insuflar-nos pensamentos conturbados, confundindo o nosso
raciocínio e induzindo-nos a atitudes negativas que tem como escopo a discórdia
e a perturbação (...)”
Alguma novidade para nós espíritas?
Numa comunicação mediúnica, um espírito inferior disse: “As estruturas do que vocês tanto gostam
de chamar de Movimento Espírita estão sendo corroídas e vão ruir fragorosamente.
Dou-lhes esta informação de presente, pois para uma pessoa vigilante existem
“n” pessoas que não o são, destilando vaidade por todos os poros.(...) Vocês se
dizem espíritas, adeptos de uma fé raciocinada, mas continuam fabricando
ídolos. Sabem por que vocês, espíritas, fabricam ídolos? Porque, apesar de todo
o estudo, ainda não se libertaram do pensamento mágico. Conferem e investem de
poderes pessoas, às vezes mais fracas que vocês mesmos. E quando esses falsos
ídolos caem vocês se sentem cair com eles e se decepcionam. Vocês mesmos vão-se
entre devorar. São lobos uns dos outros. Nós só temos que assistir e aplaudir
ao desempenho magnífico daqueles que estão em cena.(...)”
Eles precisam de muita técnica para nos atacar? Não. Nós espíritas
temos os fatores necessários para que a obsessão aconteça. Eles não precisam se
esforçar muito.
Já no Livro “Aconteceu na Casa Espírita”, o obsessor da casa espírita
disse:
(...) trabalhemos silenciosamente, ocultamente, no campo dos
sentimentos, sugerindo pensamentos, estimulando as irritações, o ciúme, a
fofoca, a indignação, os melindres, a disputa de cargos, funções, tarefas etc.
Temos aí, um vasto campo de atuação junto às inferioridades humanas.
Aproveitaremos as brechas deixadas por muitos trabalhadores. Engraçado é que
eles, os encarnados, dizem que, de tempos em tempos, nós, os chamados
obsessores, promovemos ondas de influenciação negativa, retirando os “anjinhos”
do caminho do bem. Eles é que, de tempos em tempos, abrem brechas, nós apenas
aproveitamos os deslizes e descuidos dos “ilustres seguidores de Jesus”. A
propósito, esse é o único modo de penetrarmos na instituição, a única forma de
não sermos barrados pelas correntes protetoras, pois que os mensageiros do bem
não podem violar o livre-arbítrio dos adeptos do Cristo. Os espíritos do mais
alto sempre dizem que do mal tiram o bem, que nossa entrada é permitida porque
servirá de teste para muitos dos freqüentadores e trabalhadores da Casa.
Contudo, enquanto elas, as entidades evoluídas, aguardam a aprovação dos seus
pupilos, no campo das provas, nós apostamos na reprovação dos tutelados. Temos
de valorizar o momento, pois as dificuldades econômicas, sociais e políticas do
país estão a nosso favor; muitos envolvidos com os problemas materiais, esquecem
de se vigiar, cultivando o pessimismo, a irritação, os palavrões etc., entrando
naturalmente em nossa faixa vibratória, autorizando-nos o processo de
influenciação; e na maioria das vezes para nossa satisfação, nem se lembram da
oração, que poderia nos afastar completamente, rompendo os nossos propósitos.”
Como vemos, não precisamos de novos livros de alerta. A Doutrina
Espírita nos mostra como e porque ocorre a obsessão; onde está o ponto fraco de
cada um de nós e melhor, ensina como devemos combater para que essas
influências não tenham força. Os ataques, por mais inteligente, só terão êxito se
nós não vigiarmos.
Rudymara
Rudymara
sexta-feira, 26 de abril de 2013
"MUITOS QUEREM ALCANÇAR O CÉU SEM VIVER O EVANGELHO NA TERRA" - Chico Xavier
Perguntaram para Chico Xavier:- Qual é o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele respondeu:
- O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
- Mas, Chico, o que você está me dizendo é o óbvio!
Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
- Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio! Não existem segredos nem mistérios para a salvação da alma. Nada mais óbvio que a verdade! O nosso problema é justamente este: QUEREMOS ALCANÇAR O CÉU, VIVENDO FORA DO ÓBVIO NA TERRA!
Uma característica humana dos dias atuais é: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas palavras do Evangelho.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
Viver de acordo com as lições de um mestre, como Jesus. Não enxerguemos Jesus como um santo, inatingível, que serve apenas para ser adorado. Já passamos desse tempo.
Hoje é tempo de vê-lO como um exemplo, um referencial, num mundo onde as referências são tão pueris (infantil).
A lição do Evangelho é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
domingo, 14 de abril de 2013
VIOLÊNCIA TEM LIGAÇÃO COM AS DROGAS E COMPRA DE PRODUTOS ROUBADOS
A mãe de Victor Hugo, o estudante de 19 anos vítima de latrocínio cometido por um menor, pede que o caso do seu filho vire exemplo para que a maioridade penal seja revista no Brasil.
Concordamos com este pedido, mas precisamos ver outros pontos esquecidos. Por exemplo:
- Por que o rapaz assaltou? Para sustentar seu vício nas drogas. Então, precisamos atacar tráfico e traficante e recuperar usuários.
- Para quem este assaltante venderia este celular? Para pessoas que querem levar vantagem sobre a desgraça alheia. Por detrás de um produto roubado pode estar a morte de alguém.
Então, encontramos muitas pessoas indignadas com este tipo de violência. Mas, está contribuindo para que ela aconteça. Quem usa droga fortalece o tráfico e traficante. Quem compra algo roubado está incentivando o ladrão roubar, assaltar e matar.
Como a paz se instalará na Terra?
Com a contribuição de quem mora nela. Ela não virá porque vestimos branco e fazemos passeatas levando cartazes com pedido de PAZ.
Pensemos que, não haveria traficante se não houvesse usuário. Ninguém roubaria se não tivesse quem comprasse produtos roubados.
Portanto, a punição não deve ser apenas para o assaltante. O cerco deve ser maior. E a conscientização também.
Rudymara
quinta-feira, 11 de abril de 2013
MODERNIDADE X MODISMO
No
tempo de Kardec havia uma divergência para o estudo da doutrina. Uns cuidavam
das manifestações inteligentes, e outros se detinham no estudo das
manifestações físicas.
Kardec advertiu dizendo: Os grupos que se ocupam exclusivamente
com as manifestações inteligentes e os que se entregam ao estudo das
manifestações físicas têm cada um a sua missão. Nem uns, nem outros se achariam
possuídos do verdadeiro espírito do Espiritismo, desde que não se olhassem com
bons olhos; e aquele que atirasse pedras em outro provaria, por esse simples
fato, a má influência que o domina.
(OLM, p. 519).
Vejamos
que, a divergência era para o bem da doutrina. Eram estudos sérios que
correspondiam ao Espiritismo. Kardec apenas pediu que cada qual estudasse o que
mais os agradava e que, cada grupo não interferisse no estudo do outro. Mas,
hoje, a divergência é por não querer estudar. As imposições são em torno da
falta de estudo e entendimento da doutrina. Encontramos pessoas que ainda não
entenderam que “o dono da casa espírita”
é o “Espiritismo”. Portanto, o que
deve prevalecer na condução dos trabalhos da casa não é a vontade dos
dirigentes, mas dos ensinamentos dos espíritos. O objetivo do Espiritismo não é
lotar casa espírita com pessoas que só buscam curas e outros fenômenos. Isto
outras religiões já fazem. Encontramos seguidores viciados em pedir favores e
milagres do Alto, esquecendo do ensinamento essencial que é a busca da reforma íntima.
Por isso, vemos pessoas com crucifixo no peito ou Bíblia na mão enganando
pessoas, maltratando pessoas, animais, etc. O objetivo do Espiritismo é maior
que atrair pessoas para a casa espírita. É o de ajudar as pessoas a entender
seu sofrimento, como preveni-lo, enfim, explicar o objetivo da nossa encarnação.
Então, podemos “modernizar” os
trabalhos da casa espírita sem implantar “modismos”
que fujam desses ensinamentos dos espíritos.
Texto de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec (http://grupoallankardec.blogspot.com)
segunda-feira, 8 de abril de 2013
ESPIRITISMO NÃO RETIRA PROBLEMA DE NINGUÉM, MAS ESCLARECE SUA ORIGEM
Quem procurar o Espiritismo somente para obter cura imediata de seus males físicos e espirituais, ou para resolver de pronto seus problemas materiais, poderá ficar decepcionado.
Porque somente se realiza o que estiver dentro das leis divinas. E o Espiritismo não tem por finalidade principal a realização de fenômenos, mas, sim, o progresso moral da humanidade.
O Espiritismo esclarece que não retira problemas e dores do nosso caminho. Explica-nos o porquê das coisas e ensina-nos: como podemos melhorar a nós mesmo para gerarmos efeitos felizes; como prevenir e resolver problemas espirituais, desde que empreguemos vontade e esforço no sentido do Bem; ou ainda, como superar aquilo que, por ora, não pode ser mudado porque nos serve de expiação ou de prova.
“A Doutrina Espírita não está interessada em lotar a Casa Espírita com pessoas que procuram simplesmente “fenômenos”. A pretensão é simples, que é fazer vibrar entre as paredes da Casa os ensinos de Jesus e Kardec. O mais importante é receber fraternalmente os que nos procuram, socorrê-los quanto possível, oferecer conhecimento doutrinário, despertando as criaturas para a transformação moral; o resto é consequência deste processo bem realizado.”
Divaldo Pereira Franco, no Livro “Diretrizes de Segurança”, recomenda que:
“Não devemos trazer para o Espiritismo o que pertence aos outros ramos do conhecimento. A missão de curar é do médico. O espiritismo não veio competir com a ciência médica. Não devemos pretender transformar a casa espírita em nosso consultório médico.”
Não podemos esquecer que o Centro Espírita tem dono e ele se chama: ESPIRITISMO. Portanto, antes de implantamos qualquer tipo de trabalho numa casa espírita, busquemos o conselho do "dono da casa", ou seja, os ensinamentos dos espíritos.
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