quinta-feira, 5 de junho de 2014

COPA DO MUNDO






Orson Peter Carrara

                O problema não é o futebol. Ele é o esporte mais popular do Brasil, é saudável, afasta jovens e crianças das drogas, é educativo, abre perspectivas de vida para muitos jovens carentes que encontram no esporte seu caminho de vida, retirando inclusive famílias da miséria. Além dos benefícios físicos, é um esporte como os demais e ganhou dimensões destacadas no país especialmente com a era Pelé e outros grandes craques.
                Em termos de Copa do Mundo, os fundamentos e ideologia do esperado campeonato internacional igualmente traduzem objetivos nobres com o intercâmbio entre as nações, em todos os aspectos, principalmente o cultural.
                O problema está mesmo nos abusos e nas manipulações que fazem a vergonha neste como em outros esportes, fruto das imperfeições morais de nosso estágio humano, ainda caracterizado pela noção de tirar vantagem e dirigido pelo egoísmo galopante que gera a corrupção. E no caso da Copa no Brasil, convenhamos que foi um equívoco histórico face às dificuldades do país, a ponto de perder o encanto a Copa vir para o país e mesmo se a seleção foi desclassificada. Não é para menos. Os sinais de supostos desvios, superfaturamento e toda sorte de corrupção supostamente envolvidos enojaram o evento.
                É lamentável o abuso que se alcançou. Com tanta necessidade de investimentos em escolas, construção ou reforma – e o mesmo pode-se dizer dos hospitais, bem como em segurança e tantas outras necessidades gritantes, é inadmissível o bilionário investimento em estádios – que poderiam ser apenas melhorados, em detrimento de tanto que ainda falta fazer pelo país. Nem é preciso elencar aqui em termos explícitos as necessidades que o país apresenta, pois que bem conhecido de nossa realidade cotidiana.
                Isso chega ser tremenda irresponsabilidade. E isso sem dizer de tantas outras iniciativas mal explicadas. Na verdade queremos, em termos de nação, mostrar o que não somos.
                Mas isso não é desanimador. Ao contrário, é estimulante para o amadurecimento da razão e do bom senso. Os fatos agora acumulam os desacertos e pedem coerência nas escolhas e decisões. Vai ser uma dura lição, de alto custo para o país, com reflexos para décadas. Em síntese vivemos uma prova moral, que visa transformar-nos para o bem.
                Pelo menos vamos amadurecer mais um pouco. E por outro lado o descuido infantil de nossas lideranças políticas solicita ao sentimento cristão vibrações em favor do equilíbrio e recuperação moral desses que já se comprometeram perante si mesmos, cuja consciência vai exigir reparação no devido tempo.
                E aqueles que tenhamos consciência cristã somos convidados a não engrossar a fileira dos críticos e sim somar forças nas preces e visualizações positivas em favor da Pátria, pelo menos por gratidão ao tesouro de aqui termos sido acolhidos. Este extraordinário país, de imensas riquezas culturais, naturais, sua diversidade que acolhe todos os povos e crenças, além de sua beleza continental, nos pede a prudência que prossegue confiante. Afinal a condução do país não está em mãos que julgam tudo poder, mas nas sábias mãos do Cristo que conduz a vida no planeta e, por consequência, no país. Confiemos! E continuemos a trabalhar. 
                Será de muita utilidade buscar na letra e música do Hino Nacional – não apenas por ocasião de jogos de futebol – a inspiração que indica a proposta de trabalho no país, também muito bem representada no lema que brilha em nossa bandeira: Ordem e Progresso. Se pensarmos com cuidado e muita seriedade que o lema traz em síntese as sábias e amorosas Leis de Deus! O descuido ao lema e ao que representa trouxe-nos ao momento complexo e difícil, mas nunca é tarde para retomar os próprios caminhos, inclusive coletivamente.


                Sem desânimo, pois. Avante Brasil! 



Orson Peter Carrara









sábado, 17 de maio de 2014

COMO FICA O ESPIRITISMO-RELIGIÃO?

Foto: <3 COMO FICA O ESPIRITISMO-RELIGIÃO? <3

Fica muito bem. O Espiritismo, pela sua origem, é uma ciência de pesquisa, uma filosofia de comportamento e uma religião de vivência. Em nossa Doutrina há mais religiosidade do que religiosismo. 
O religiosidade é um estado de crença interior, o religiosismo é um aparato. O Espiritismo tem a ver com todos os postulados de todas as religiões e tem em suas bases essenciais a crença em Deus, na imortalidade da alma e na justiça divina, que são os seus pontos básicos. Mas, não é uma religião organizada nos moldes das que têm culto, sacerdócio e ministério estatuídos. É, digamos, a religião cósmica do amor, em que a nossa religiosidade nos religa ao Criador. Afirmamos, portanto, que o Espiritismo é uma ciência, filosofia e religião. 

Divaldo Franco

OBSERVAÇÃO: A Ciência explica, a Filosofia indaga e a Religião transforma


Fica muito bem. O Espiritismo, pela sua origem, é uma ciência de pesquisa, uma filosofia de comportamento e uma religião de vivência. Em nossa Doutrina há mais religiosidade do que religiosismo. 
O religiosidade é um estado de crença interior, o religiosismo é um aparato. O Espiritismo tem a ver com todos os postulados de todas as religiões e tem em suas bases essenciais a crença em Deus, na imortalidade da alma e na justiça divina, que são os seus pontos básicos. Mas, não é uma religião organizada nos moldes das que têm culto, sacerdócio e ministério estatuídos. É, digamos, a religião cósmica do amor, em que a nossa religiosidade nos religa ao Criador. Afirmamos, portanto, que o Espiritismo é uma ciência, filosofia e religião. 



Divaldo Franco



OBSERVAÇÃO: A Ciência explica, a Filosofia indaga e a Religião transforma

COMECE POR VOCÊ

Foto: <3 <3 COMECE POR VOCÊ <3 <3

(...) O Mundo ainda não é esse local especial que tanto ansiamos porque cada um de nós deseja, pensa, anseia por mudar o "OUTRO". Por fazer que o "OUTRO" se revista de compreensão, de polidez.
Contudo, o Modelo e Guia da Humanidade (Jesus) estabeleceu que cada um deve dar conta da sua própria administração.
Administração da sua vida, dos seus deveres, da sua missão.
O mundo é a somatória de todos nós, das ações de todos os homens.
Cabe-nos pois a inadiável decisão de nos propormos à própria melhoria.
E hoje é o melhor dia para isso. Nem amanhã, nem depois.
Hoje. Comecemos a pensar em que poderemos nos melhorar.
Quem sabe, um gesto de gentileza? Que tal um Bom dia? Um Obrigado, um sorriso?

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.


(...) O Mundo ainda não é esse local especial que tanto ansiamos porque cada um de nós deseja, pensa, anseia por mudar o "OUTRO". Por fazer que o "OUTRO" se revista de compreensão, de polidez.
Contudo, o Modelo e Guia da Humanidade (Jesus) estabeleceu que cada um deve dar conta da sua própria administração.
Administração da sua vida, dos seus deveres, da sua missão.
O mundo é a somatória de todos nós, das ações de todos os homens.
Cabe-nos pois a inadiável decisão de nos propormos à própria melhoria.
E hoje é o melhor dia para isso. Nem amanhã, nem depois.
Hoje. Comecemos a pensar em que poderemos nos melhorar.
Quem sabe, um gesto de gentileza? Que tal um Bom dia? Um Obrigado, um sorriso?


Pensemos nisso.


Redação do Momento Espírita.




A DOR

Foto: <3 A dor vem para induzir a crescer. <3
Deus criou suas leis para serem cumpridas, e todos nós vamos inevitavelmente avançar até atingirmos a condição de espíritos perfeitos, leve o tempo que for para que isso aconteça. E a forma que a sabedoria divina tem para tirar nosso carro do atoleiro é dinamizar no homem a sua força interior, a fim de que ele, através do próprio esforço - esforço que ele costumeiramente se negava a fazer consiga recolocar o carro da sua vida na estrada do crescimento. Nossa força interior é estimulada exatamente pela necessidade de tirarmos o carro do atoleiro. A dificuldade é o meio pelo qual a vida possibilita ao homem o resgate de suas capacidades e talentos para solucionar os problemas a que suas próprias imperfeições espirituais deram causa.

José Carlos de Lucca.
do livro: Cura e Libertação

A dor vem para induzir a crescer. 
Deus criou suas leis para serem cumpridas, e todos nós vamos inevitavelmente avançar até atingirmos a condição de espíritos perfeitos, leve o tempo que for para que isso aconteça. E a forma que a sabedoria divina tem para tirar nosso carro do atoleiro é dinamizar no homem a sua força interior, a fim de que ele, através do próprio esforço - esforço que ele costumeiramente se negava a fazer consiga recolocar o carro da sua vida na estrada do crescimento. Nossa força interior é estimulada exatamente pela necessidade de tirarmos o carro do atoleiro. A dificuldade é o meio pelo qual a vida possibilita ao homem o resgate de suas capacidades e talentos para solucionar os problemas a que suas próprias imperfeições espirituais deram causa.



José Carlos de Lucca.
do livro: Cura e Libertação





sexta-feira, 25 de abril de 2014

DISTÚRBIOS E PAZ - Divaldo Franco


Somando-se à violência que se tornou o cotidiano de todos nós, estamos vivendo em nosso estado momentos difíceis de serem suportados. Em razão da greve de Polícia Militar, fomos, mais uma vez, surpreendidos com a agressividade por parte da população, que ultrapassou os lamentáveis acontecimentos de há dois anos... O que mais surpreende, no entanto, é constatar a dificuldade do ser humano de ser pacífico, de respeitar as direitos alheios, de manter a dignidade quando se apresenta uma situação crítica.
Pessoas aparentemente sociáveis, considerando a impunidade reinante e a falta de policiamento para a defesa do cidadão que paga impostos para ter garantidos os seus direitos, são tomadas de fúria e saqueiam supermercados e lojas, carregando tudo quanto lhes não pertence, permitindo-se praticar hediondos crimes outros, como latrocínios, homicídios, agressões... E como se isso não bastasse, ante a impossibilidade de roubar tudo quanto os olhos abarcam, incendeiam as casas comerciais, numa fúria selvagem.
Movimentam-se as pessoas ponderadas para solicitar preservação dos seus direitos de cidadania, enquanto a chacota e a roubalheira tornam-se públicas, diante dos veículos da mídia, copiando aquela outra, não menos vergonhosa, que se passa em alguns gabinetes governamentais, conforme denuncia a imprensa a todo momento.
Vive-se, realmente, um grave momento em nosso país e no mundo, quase na sua generalidade, em que o brutamontes e o astuto dão-se as mãos para a prática hedionda do crime nas suas mais variadas expressões. Quanta falta nos fazem a ética e a moral, conforme preconizadas por Jesus, especialmente numa sociedade que, aparentemente, lhe cultua a memória e participa de cultos que lhe são dedicados por diferentes seguimentos religiosos! O medo toma conta das pessoas de boa formação moral em razão da insegurança que grassa desarvoradamente. É necessário que restabeleçamos a paz social e a verdadeira fraternidade que devem viger em toda parte.


Artigo de Divaldo Franco publicado hoje, dia 24/04/2014, no jornal A Tarde.





domingo, 13 de abril de 2014

DOMINGO DE RAMOS

Foto: <3 DOMINGO DE RAMOS <3

Jesus e seus discípulos seguiram para Jerusalém. No caminho, Jesus pede para que seus discípulos Lhe arranjassem um animal de carga. E assim o fizeram. Jesus montou nele e prosseguiu a viagem. A estrada estava cheia de pessoas que também iam para Jerusalém para comemorar a páscoa judaica. Eles abriram alas para Jesus passar. Acenaram com ramos de árvores e forraram o chão com suas roupas. E ao segui-Lo iam gritando parte de um salmo, 118: 25-26:
-Hosana! Bendito o rei que vem em nome do Senhor!

O simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que este é um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra. Segundo esta tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Portanto, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria sua entrada como um "príncipe da paz" e não um rei guerreiro.
Em muitos lugares no Oriente Próximo antigo, era costumeiro cobrir de alguma forma o caminho à frente de alguém que merecesse grandes honras. A Bíblia hebraica (II Reis 9:13) relatam que Jeú, filho de Josafá, recebeu este tratamento. Este era símbolo de triunfo e vitória na tradição judaica e aparecem em outros lugares da Bíblia (Levítico 23:40 e Apocalipse 7:9, por ex.). Por causa disto, a cena do povo recebendo Jesus com as palmas e cobrindo seu caminho com elas e com suas vestes se torna simbólica e importante.

OBSERVAÇÃO: O último domingo de Jesus na Terra ficou conhecida como "domingo de ramos." Neste dia ele entrou exaltado e saudado com repeito e alegria. Mas, quatro dias depois, os mesmos que o saudaram o condenaram a morte. :/
Ainda hoje fazemos isso a Ele. Nós o saudamos, dizemos que o amamos, compartilhamos seus ensinamentos pelas redes sociais, mas em seguida, muitos de nós, estamos o traindo quando não fazemos sua vontade. Condenando a morte seus ensinamentos. Mas, ele acredita em nós, porque nos compreende, e assim, continua aguardando há mais de dois mil anos que o sigamos.

COMPILAÇÃO DE RUDYMARA
 
Jesus e seus discípulos seguiram para Jerusalém. No caminho, Jesus pede para que seus discípulos Lhe arranjassem um animal de carga. E assim o fizeram. Jesus montou nele e prosseguiu a viagem. A estrada estava cheia de pessoas que também iam para Jerusalém para comemorar a páscoa judaica. Eles abriram alas para Jesus passar. Acenaram com ramos de árvores e forraram o chão com suas roupas. E ao segui-Lo iam gritando parte de um salmo, 118: 25-26:
-Hosana! Bendito o rei que vem em nome do Senhor!
 
 
O simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que este é um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra. Segundo esta tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Portanto, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria sua entrada como um "príncipe da paz" e não um rei guerreiro.
Em muitos lugares no Oriente Próximo antigo, era costumeiro cobrir de alguma forma o caminho à frente de alguém que merecesse grandes honras. A Bíblia hebraica (II Reis 9:13) relatam que Jeú, filho de Josafá, recebeu este tratamento. Este era símbolo de triunfo e vitória na tradição judaica e aparecem em outros lugares da Bíblia (Levítico 23:40 e Apocalipse 7:9, por ex.). Por causa disto, a cena do povo recebendo Jesus com as palmas e cobrindo seu caminho com elas e com suas vestes se torna simbólica e importante.
 
 
OBSERVAÇÃO: O último domingo de Jesus na Terra ficou conhecida como "domingo de ramos." Neste dia ele entrou exaltado e saudado com repeito e alegria. Mas, quatro dias depois, os mesmos que o saudaram o condenaram a morte.
Ainda hoje fazemos isso a Ele. Nós o saudamos, dizemos que o amamos, compartilhamos seus ensinamentos pelas redes sociais, mas em seguida, muitos de nós, estamos o traindo quando não fazemos sua vontade. Condenando a morte seus ensinamentos. Mas, ele acredita em nós, porque nos compreende, e assim, continua aguardando há mais de dois mil anos que o sigamos.
 
 
 
COMPILAÇÃO DE RUDYMARA