sábado, 19 de janeiro de 2013

A MEDICINA HUMANA - visão espírita



“A medicina humana, compreendida e aplicada dentro de suas finalidades superiores, constitui nobre missão espiritual.” (Emmanuel)
“O médico honesto e sincero, amigo da verdade e dedicado ao bem, é um Apóstolo da Providência Divina, da qual recebe a devida assistência e inspiração, sejam quais forem os princípios religiosos por ele esposados na vida.” (Emmanuel)
“Clinicar é sinônimo de sofrer. Onde estiver o homem padecendo, está ao lado a medicina aliviando, consolando, mitigando . . . e padecendo, como mãe carinhosa.” (Miguel Couto)
“O maior erro da medicina oficial terrena é julgar que o túmulo é a última etapa dos seus esforços.” (Dr. Inácio Ferreira)


Bezerra de Menezes, o médico que tinha sua profissão como verdadeiro sacerdócio, dizia:
Um médico não tem o direito de terminar uma refeição; nem de escolher hora; nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate a porta; nem de deixar de acodir por estar com visitas; nem por ter trabalhado muito e achar-se fatigado; ou por ser noite, e o caminho ou tempo está ruim; nem por ficar longe ou no morro o que, sobretudo, pede um carro a quem não tem com que pagar a receita; ou diz a quem chora a porta que procure outro, esse não é médico, é negociante de medicina. Esse é um infeliz, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única gratificação que podia saciar a sede de riqueza do seu espírito, a única que jamais se perderá nos vais-e-vens da vida."







sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

QUANDO SEGUIREMOS JESUS?






Muitos esquecem ou não buscam o sentido do Natal e cometem abusos dizendo estar comemorando a data do nascimento do Cristo e a “comemoração” piora no Novo Ano. Depois vem o carnaval, onde aumentam as transgressões das leis morais cristãs de todas as formas: sexo desregrado, gravidez indesejada, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, mortes no trânsito causado por alcoolismo e outras drogas, etc. Dia seguinte ao término do carnaval, é a quarta-feira intitulada de cinzas, onde muitos mostram em seu semblante o arrependimento, por isso buscam templos religiosos para tomar cinzas, cujo simbolismo é para que as pessoas façam reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira fragilidade da vida humana. A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma (para os católicos), que é o período de quarenta dias que antecedem a festa da Páscoa, tempo de jejuar e o jejum a que se refere Jesus é de ordem moral. Se quisermos nos renovar, é necessário combater nossas fraquezas, cultivando a Virtude e o Bem. E na Páscoa relembramos os últimos dias de Jesus na Terra, onde encontramos encenações: da última ceia; do lava pés; da condenação e crucificação do Cristo; onde muitos deixam de comer carne vermelha na sexta-feira; malham o Judas, esquecendo que entre as muitas lições do “crucificado” é a do perdão, da não violência, o de retribuirmos o mal com o bem, o de amarmos o inimigo. No domingo, Cristo ressurge para mostrar que Ele vive e deve estar vivo em nós. Não só na lembrança da sua pessoa, mas na lembrança de seus ensinamentos. É um domingo de almoço familiar, onde muitos esquecem de fazer uma prece de agradecimento ao Cristo ressucitado. Agora perguntemos: “Só com a vinda Dele já estamos salvos?” Não nos enganemos. Jesus não morreu para nos salvar. Ele viveu para nos mostrar o caminho da salvação. A busca é individual e só acontecerá se cristianizarmos nossas atitudes. Então, como vemos o sacrifício do Cristo e de seus discípulos não aconteceu para admirarmos Suas bravuras ou para decorarmos seus ensinamentos e ficar por isso mesmo. A passagem do Cristo na Terra é mais que presentes, presépios, ceia, bacalhau, ovos de chocolate, paçoca e coelhinho. Quando entenderemos o sentido da vinda do Cristo a Terra? Será que estamos agradando Jesus com esta fé sem obras? Alguém então perguntará: Então devemos acabar com a Páscoa e o Natal? Não. Devemos relembrar a vinda do Cristo todos os dias; santificar todos os dias, não somente a sexta-feira ou o 25 de dezembro. Utilizarmos as datas para intensificarmos a caridade ensinada pelo “crucificado” ou pelo “menino da manjedoura”. Nós espíritas não somos contra a festa ou a alegria de reunir a família. Mas achamos que a festa de Natal deveria despertar em nós o desejo de fazermos o Cristo renascer em nossas atitudes (não só nas mensagens dos cartões) e a da Páscoa deveria despertar em nós a vontade de nos libertarmos dos erros, das transgressões, para ressuscitarmos numa nova pessoa. Uma pessoa de atitudes nobres, cristãs. Mas, infelizmente, há quem acredite ser perdoado com simples ritual ou com penitências corporais. Por isso, na próxima festa, veremos as mesmas pessoas cometendo as mesmas transgressões. Como pedir que o mundo mude se nós não mudamos? A mudança do mundo começa em nós e só acontecerá quando seguirmos os ensinos de Jesus, TODOS OS DIAS.





(Texto de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec)









sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

AMULETOS, TALISMÃS E SIMPATIAS NA VISÃO ESPÍRITA


O Espiritismo não adota qualquer talismã, amuleto ou simpatia, porque levam as pessoas a buscar segurança em coisas materiais e exteriores, em vez de se firmar na fé espiritual, em Deus, em si mesma, na ação dos bons espíritos e nas leis divinas que regem harmoniosamente a vida universal.
Há pessoas que atribui poderes mágicos a objetos, palavras cabalísticas e rituais , com o propósito de atrair ou afastar forças espirituais, como: escapulários, pular 7 ondas, comer lentilhas, vestir roupa branca, etc.
Infelizmente, muitos Centros Espíritas, descuidando-se do estudo, enveredam por caminhos mágicos sustentados por velhas superstições.
No O Livro dos Médiuns, 2ª parte, cap. XXV, item 282-17ª diz: “(...) A VIRTUDE DOS TALISMÃS, DE QUALQUER NATUREZA QUE SEJAM, NÃO EXISTEM SENÃO NA IMAGINAÇÃO DAS PESSOAS CRÉDULAS.”
Se acreditarmos com convicção que defumações, banhos de defesa, cruzes e semelhantes são recursos mágicos que nos protegem, estaremos potencializando forças da alma (A FÉ) que talvez nos resguardem.
Raciocinemos o seguinte: “Se os talismãs e amuletos nos protegessem, nós não nos esforçaríamos para vigiar nossos atos a pensamentos, seríamos imprudentes; os carros que são benzidos não seriam roubados; se pular 7 ondas trouxesse sorte, quem não pode ir à praia estaria azarado?; a paz depende apenas de uma vestimenta branca ou precisa de nossa mudança de atitude?” Tenhamos bom senso, usemos a razão.
Queremos finalizar dizendo que, nós espíritas não somos contra quem usa e acredita nessa proteção. Apenas mostramos aqui o que e porque nós espíritas pensamos e acreditamos sobre o assunto.


(Rudymara)





segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O SENTIDO DO NATAL




Na comemoração do nascimento de Jesus, que haja alegria, pois a lembrança do Cristo já é por si um estímulo espiritual a reflexões mais profundas; que se promovam festas na família (sem excessos alimentares, alcoólicos e financeiros), nas instituições ou nos ambientes de nossa convivência, mas que a alegria tenha um sentido mais elevado, não deixemos nos desvirtuar pelos desperdícios e pelos abusos que comprometem o corpo e o espírito. Procuremos “cristianizar” o Natal, ou seja, que as pessoas não se preocupem somente com a festa, com a comida, com os presentes, porque a festa não é do Papai Noel, é de Jesus. E  quem deveria receber presentes é o aniversariante. 
Então, perguntemos: “Que presente daremos à Jesus?”  
Se ficarmos em dúvida, procuremos no Evangelho um pedido Dele para nós. 

Feliz Natal!









quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PREVISÃO MAIA




O calendário usado pela antiga civilização Maia prevê que algo de muito grave se passará em 21 de dezembro de 2012. Segundo previsão, o acontecimento será tão grave, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo. 

Como explica Raul Teixeira no livro “Ante o Vigor do Espiritismo”, as previsões são os registros capitados pelos profetas (médiuns) que sofriam modificações pelas interpretações que correspondiam a sua cultura, sua maturidade intelectual e/ou experiências religiosas, o que tornava sempre vulnerável a veracidade de tais comunicações. Sem deixarmos de lembrar que os Espíritos Nobres nunca tem o objetivo de amedrontar, de impor, de nos modificar à força, mas, ao contrário, estão sempre dispostos a sugerir, a orientar, a propor sem nada exigir. 

Então, a única preocupação que devemos ter é em viver “bem” hoje. Porque amanhã prestaremos conta do que fizemos e principalmente do que deixamos de fazer, porquanto o conhecimento que a Doutrina nos oferece é uma convocação clara, objetiva, irrecusável para que participemos do impulso inicial que operará a grande transição terrestre. “Muito será exigido daquele a quem muito é dado” (Lucas, 12:47 e 48) – alertou-nos Jesus.

Rudymara





CHICO XAVIER FALOU SOBRE O FIM DO MUNDO



Uma curiosidade: No auge da Guerra Fria, quando havia grande possibilidade de um conflito atômico envolvendo os Estados Unidos e a União Soviética, uma pessoa apavorada perguntou a Chico Xavier: “VÃO ACABAR COM NOSSO MUNDO! O QUE SERÁ DE NÓS?” Chico, respondeu: “NÃO SE PREOCUPE, MEU FILHO. DEUS ARRANJARÁ OUTRO RINCÃO (lugar afastado) PRÁ GENTE MORAR.” Chico tinha razão. Não podemos esquecer que somos espíritos eternos, ou seja, não morreremos só mudaremos de casa, ou melhor, encarnaremos em outro planeta.

Outra curiosidade: Divaldo Franco contou em uma de suas palestras que os espíritos lhe disseram que, Jesus interferiu nesta mesma guerra enviando missionários a Terra, para mudar o rumo catastrófico que estava tomando. Como disse Jesus: “MEU PAI CONTINUA TRABALHANDO ATÉ AGORA, E EU TAMBÉM TRABALHO.” 
Como vemos, eles não ficam sentados em tronos de ouro vendo o “planeta pegar fogo”. Deus administra o Universo e Jesus colabora administrando nosso planeta. Não estamos desamparados.







quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

NATAL - Richard Simonetti



1 - Por que o Natal converteu-se nessa gastança e comilança que nada tem a ver com Jesus? É uma velha tendência. Alimentando interesses imediatistas, sob inspiração da superficialidade, o homem sempre transforma o sagrado em profano. 

2 -O que se perdeu no Natal? O ensejo de reflexão em torno da vinda de Jesus ao planeta, substituído por festanças muito próximas das celebrações pagãs. É bastante ilustrativo o fato de que os animais que homenagearam Jesus junto à manjedoura hoje enfeitam as mesas natalinas, sacrificados para satisfazer à glutoneira dos fiéis que não guardam nenhuma fidelidade ao espírito natalino. 

3 -Qual o verdadeiro significado do Natal? Jesus, mensageiro divino que poderia nascer filho de rei, em berço de ouro, preferiu as palhas da manjedoura para dizer ao Homem que o caminho para Deus passa necessariamente pelos valores da simplicidade e da humildade. 

4 -Não obstante os desvios humanos, há algo de positivo nos festejos natalinos? Sem dúvida. Apesar de todas as deturpações, a lembrança do nascimento de Jesus desperta fortes impulsos de fraternidade. Os pobres ficam menos pobres, os doentes menos esquecidos, os companheiros difíceis menos incompreendidos. O Céu parece mais próximo da Terra, ante as manifestações de generosidade inspiradas pela mística do Natal. 

5 -Como encarar a troca de presentes? Há uma comercialização lamentável que, sob indução da propaganda, transforma o ato de presentear numa obrigação. Há quem se ofenda se não recebe algo dos familiares. É bom presentear, nos dá muita alegria. É sempre um gesto de carinho, uma manifestação de bem-querer. Ideal seria que não houvesse tempo certo para isso, uma obrigação inventada pelo comércio. Tira muito da espontaneidade do gesto e a magia da dádiva. 

6 - Devemos comemorar o Natal no Centro Espírita? Nada impede que companheiros façam uso da palavra, comentando os textos evangélicos relativos ao nascimento de Jesus, que programemos festas para as crianças, que exaltemos o significado do Natal. Cuidado, porém, para não transformar tudo isso num ritual, numa cerimônia especial, atendendo a um formalismo incompatível com a Doutrina Espírita. 

7 - E em casa? Há lares onde, reunida a família à mesa para a ceia, alguém fala sobre o Natal e exora as bênçãos do Céu. Toda comemoração natalina em família deveria sempre envolver manifestações dessa ordem. É sempre bom lembrar que nos reunimos para celebrar o nascimento de Jesus. Importante, portanto, falar do aniversariante, evocando o significado de sua vinda ao Mundo. 

8 - As religiões tradicionais falam que Jesus voltará à Terra. Teremos um novo Natal? Creio que Jesus já veio, segundo sua promessa, representado pelo Espiritismo, o Consolador a que se referiu na última ceia. Esse Espírito de Verdade da expressão evangélica, que nos surpreende, emociona e edifica com a beleza e profundidade de seus conceitos. Quanto ao novo nascimento de Jesus, ocorrerá, sim, um dia... Praza aos Céus aconteça em breve, o mais breve possível. Será naquele dia glorioso em que nos dispusermos a vivenciar integralmente sua mensagem. Então o Mestre nascerá em nossos corações!







segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

ENSINAMENTOS DE MOISÉS E JESUS





Observemos o que Jesus quis dizer nesta frase:  "Vocês ouviram o que foi dito (por Moisés no passado): 'Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo.' Mas eu (Jesus) lhes digo: "Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem..." 


Jesus disse que seus ensinamentos são diferentes dos de Moisés.
Quem segue os ensinamentos do Antigo Testamento são os judeus, adeptos do Judaísmo.
Quem segue os ensinamentos do Novo Testamento são os cristãos, adeptos do Cristianismo.  








terça-feira, 27 de novembro de 2012

CRISTÃO DENTRO E FORA DA CASA RELIGIOSA





Há jovens e adultos cristãos com dois comportamentos: um dentro da casa religiosa e outro fora dela. Onde as religiões estão falhando? Infelizmente muitas pessoas ainda não estão entendendo a proposta de Jesus. Acham que participando do que a religião pede: "passe", "sopa", "mocidade espírita", batismo, missa, culto, etc, já cumpriram sua obrigação cristã. E fora da casa religiosa se permitem a todos os desregramentos achando que Deus não está vendo ou se está não se importa porque já fomos a casa religiosa e realizamos os cultos externos. Ora! Não nos enganemos.


Rudymara




domingo, 18 de novembro de 2012

A BÍBLIA CONDENA O ESPIRITISMO?


Muitos, que não conhecem a Doutrina Espírita, dizem que a Bíblia condena o Espiritismo. Mas, em verdade, a Bíblia não condena o Espiritismo. Porque, quando a Bíblia foi elaborada, reunidos os vários livros que compõem, não havia o Espiritismo, havia fenômenos mediúnicos. A Bíblia está cheia de comunicações com os "mortos" e de fenômenos mediúnicos para mostrar que ambos não foram inventados pelos espíritas.
A Bíblia é um conjunto de livros, e esse conjunto todo, Antigo e Novo Testamento, foi escrito ao longo de 1571 anos (quase 16 séculos), começou por Moisés em 1437 a.C., até João em 98 d.C.. 
Espiritismo é um vocábulo criado em 1857 por Allan Kardec, e que define uma nova ordem de idéias, afim de diferenciá-lo do que era conhecido por espiritualismo.
ESPIRITISMO é uma doutrina filosófica, científica e religiosa.
ESPIRITUALISMO é a crença em algo além da matéria.
Muitas crenças crêem na comunicação com os espíritos (espírito santo, caboclos, etc.), mas não são espíritas, porque não seguem os ensinamentos trazidos pelos espíritos através de médiuns e organizado por Allan Kardec.
Na verdade, o que a Bíblia proíbe é a evocação dos mortos, conforme se lê em Moisés. Esta proibição por si já é a prova que os espíritos poderiam se comunicar, pois como proibir algo que não existe? (Deuteronômio cap.18 - v 9 a14). E esta proibição aconteceu para inibir os abusos. Se hoje há abuso, imaginemos naquela época.











CIENTISTAS ESTUDAM CÉREBRO DE MÉDIUNS BRASILEIROS DURANTE TRANSE


Pesquisadores usaram tomografia computadorizada para estudar o que acontece com os fluxos de sangue nas diferentes regiões do cérebro na hora da tarefa psicográfica.

Os cérebros de médiuns brasileiros mostraram transtornos de funcionamento durante sessões nas quais, em transe, escreviam mensagens supostamente ditadas por "espíritos", segundo um artigo divulgado pela revista Public Library of Sciences.

Cena de filme sobre Chico Xavier, considerado um dos maiores médiuns do País - Divulgação
Divulgação
Cena de filme sobre Chico Xavier, considerado um dos maiores médiuns do País
A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Thomas Jefferson, da Filadélfia, para determinar os fluxos de sangue em diferentes regiões do cérebro durante os transes.
Os pesquisadores estudaram o comportamento de dez médiuns que, segundo o artigo, tinham entre 15 e 47 anos de psicografia, realizando-a até 18 vezes por mês.
Todos eles, indicou o estudo, eram destros, gozavam de boa saúde mental, não usavam psicotrópicos e indicaram que eram capazes de alcançar seu estado de transe durante a tarefa psicográfica. Os pesquisadores usaram tomografia computadorizada por emissão de fótons únicos para a observação das áreas ativas e inativas durante a prática.
"Se sabe que as experiências espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade recebe pouca atenção científica e, a partir de agora, devem ser feitos novos estudos", sustentou Andrew Newberg, diretor de pesquisa do Myrna Brind Center of Integrative Medicine, que colaborou neste trabalho com o psicólogo clínico Júlio Peres, do Instituto de Psicologia da USP.
Os cientistas observaram que os médiuns mais experientes mostravam durante a psicografia níveis mais baixos de atividade no hipocampo esquerdo (sistema límbico), no giro temporal superior e no giro pré-central direito no lóbulo frontal.
As áreas do lóbulo frontal estão ligadas ao raciocínio, ao planejamento, à geração de linguagem, aos movimentos e à solução de problemas, pelo que os pesquisadores acreditam que durante a psicografia ocorre uma ausência de percepção de si mesmo e de consciência.
Por outro lado, os médiuns com menos experiência mostraram o oposto: níveis maiores de atividade nas mesmas áreas durante a psicografia, o que parece indicar um maior esforço para realizá-la.