segunda-feira, 13 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
OS EXILADOS DO PLANETA TERRA
“Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque eles herdarão a Terra ...” - disse Jesus
A Terra está deixando de ser um planeta de provas e expiações para se tornar um planeta de regeneração. Espíritos rebeldes à lei de Deus não poderão habitar mais nele porque atrapalharão sua evolução.
Já estamos naquela "peneira" simbólica que Jesus mencionou, onde está havendo a separação do joio (Espíritos rebeldes à lei de Deus) e do trigo (os Espíritos bons). E esta separação ocorre no plano espiritual ao desencarnarmos. Lá, quando estivermos sendo preparados para reencarnar, será selecionado quem retornará e quem não retornará ao planeta Terra. Os que não irão retornar encarnarão em mundos inferiores até deixar de serem rebeldes. Só então, poderão retornar à Terra.
QUAL O PERFIL DOS ESPÍRITOS QUE NÃO REENCARNARÃO MAIS NA TERRA?
Manoel Philomeno de Miranda, no livro "Transição Planetária" responde: “As
criaturas que persistirem na acomodação perversa da indiferença pela
dor do seu irmão, que assinalarem a existência pela criminalidade
conhecida ou ignorada, que firmarem pacto de adesão à extorsão, ao
suborno, aos diversos comportamentos delituosos do denominado colarinho
branco, mantendo conduta egoísta, tripudiando sobre as aflições do
próximo, comprazendo-se na luxúria e na drogadição, na exploração
indébita de outras vidas, por um largo período não disporão de meios de
permanecer na Terra, sendo exiladas para mundos inferiores, onde irão
ser úteis limando as arestas das imperfeições morais, a fim de
retornarem, mais tarde, ao seio generoso da mãe-Terra que hoje não
quiseram respeitar.”
quinta-feira, 26 de julho de 2012
CRESCE NÚMERO DE PESSOAS SEM RELIGIÃO E ESPÍRITAS
Embora sejam minoria absoluta, as pessoas sem religião e os espíritas
também tiveram crescimento. Em vinte anos, a proporção de sem religião
aumentou 70% passando de 4,7% para 8%. Entre 2000 e 2010, o aumento foi
menos expressivo - a parcela da população que declara não ter religião
passou de 7,4% para 8%. São 15,3 milhões de brasileiros, de acordo com
dados do Censo 2010 do IBGE.
Já o crescimento dos
que se declaram espíritas aconteceu na última década, passando de 1,3%
para 2%. Eram 2,2 milhões e agora são 3,8 milhões de brasileiros.
Ainda
menos representativas, outras religiões também tiveram crescimento. O
islamismo (0,2% da população) teve aumento de 29% e é professada por
35.167 pessoas. As tradições indígenas foram citadas por 63.082
entrevistados - um aumento de 269% em relação aos 17.088 de dez anos
antes. Os seguidores do hinduísmo praticamente dobraram, em números
absolutos - passaram de 2.905 para 5.675 -, mas representam 0,002% dos
brasileiros.
A proporção de brasileiros que declararam
umbanda e candomblé como sua religião se manteve a mesma, 0,3%,
somando-se as duas. Mas o número absoluto de seguidores do candomblé
teve ligeiro aumento - de 127 mil para 167 mil. O judaísmo também se
manteve estável, com 0,5% da população. Hoje são 107 mil brasileiros.
sábado, 21 de julho de 2012
ANTE O ALÉM
A vida não termina onde a morte aparece.
Não transformes saudade em fel nos que se foram.
Eles seguem contigo, conquanto de outra forma.
Dá-lhes amor e paz, por muito que padeças.
Eles também te esperam procurando amparar-te.
Todos estamos juntos, na Presença de Deus.
Autor: Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
quarta-feira, 4 de julho de 2012
O QUE HÁ NA MENTE DE UM GÊNIO?
O que há na mente de um gênio? É isso o que pesquisadores da Universidade de Stanford querem descobrir, pois vão vasculhar e hackear nada mais, nada menos, que o cérebro de Stephen Hawking. Através de um aparelho chamado "iBrain", o cientista terá suas ondas cerebrais escaneadas para que os médicos tenham mais informações sobre sua doença e se comunique melhor. Saiba mais: http://ow.ly/c1iwz
Observação de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec (http://grupoallankardec.blogspot.com):
Quando os cientistas deixarem de ser materialistas entenderão que: "A mente é uma faculdade do Espírito e não do cérebro. O cérebro tem a função de decodificar e ajustar as possibilidades da mente se desenvolver intectualmente.....a mente pensa sem o cérebro e comunica-se após a morte do corpo, e o cérebro sem a mente é incapaz de pensar....." - disse Joanna de Ângelis
Onde fica nossa inteligência?
No ESPÍRITO. Se fosse no corpo físico tudo que adquiríssemos de conhecimento e aprendizado se perderia com a morte do corpo físico. Se ficasse no perispírito, todo conhecimento e aprendizado se perderiam quando não precisarmos mais do perispírito. Então, a inteligência, conhecimento e aprendizado ficam armazenados no ESPÍRITO. Só ele é eterno.
Onde fica a inteligencia dos deficientes mentais?
Geralmente são Espíritos que usaram a inteligência para prejudicar o próximo ou foram suicidas. A Providência Divina permite que determinados espíritos reencarnem nesta condição, para aprenderem uma grande lição através do constrangimento a que ficam sujeitos, totalmente impossibilitados de se manifestarem normalmente. Neste caso, o corpo físico é planejado (antes de encarnar) para aquele Espírito. Ele (corpo físico) terá limitações para dificultar a manifestação do Espírito preso a ele. Mas, o conhecimento, o aprendizado que adquiriram anteriormente continua guardado no ESPÍRITO, mas naquela encarnação não poderá se manifestar. Não pensemos que a existência como excepcional seja perdida em termos de aprendizado. O espírito sofre não poder manifestar-se, contudo mantém todas as suas faculdades e gradativamente aprenderá a não utilizá-las mal. O deficiente mental é como um motorista de fórmula 1 que tem um carro inferior com motor ruim. Ele sabe dirigir, mas o carro (corpo físico) não corresponde a altura de seu conhecimento e vontade.
sábado, 30 de junho de 2012
10 ANOS SEM CHICO XAVIER
Dia 30 de junho de 2002 desencarnava Chico Xavier. Ficamos sem sua presença física. Mas, com certeza, ele continua vivo no plano espiritual, nas obras que psicografou e dentro de todos aqueles que aprenderam a amá-lo pelos exemplos de amor cristão que viveu. E a melhor homenagem que podemos fazer a ele é divulgar e ler os livros psicografados por ele. Livros estes que complementam as obras básicas e que, infelizmente, são pouco lidos pelos espíritas. "Espíritas, instruí-vos..."
Rudymara (http://grupoallankardec.blogspot.com)
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
BEBIDA ALCOÓLICA - Richard Simonetti
Após a morte do corpo físico, o alcoólatra continua sequioso da “água que passarinho não bebe”, porquanto o álcool, além dos estragos no corpo físico, provoca um condicionamento no corpo espiritual que impõe a mesma premência de beber.
Como satisfazer-se, se lhe falta o corpo?
Um único meio, não menos espantoso, que ele logo dominará ligar-se ao psiquismo de um viciado “vivo”, o que lhe permitirá experimentar as sensações da bebida.
Um transe mediúnico invertido.
Ao invés de o encarnado colher as impressões do Espírito, este colhe suas sensações, ao fazer uso da bebida, satisfazendo-se.
Pessoas sensíveis a essa influência são facilmente dominadas, transformando-se em “canecos humanos”.Bebem descontroladamente, agindo como instrumentos para a satisfação dos parceiros invisíveis.
- É um sem-vergonha! Devia curtir sua bebedeira na prisão dizem as pessoas, referindo-se ao bebum.
É um obsediado. Precisa de tratamento médico e assistência espiritual – ensina a Doutrina Espírita.
Nos bares, onde o consumo de alcoólicos é expressivo, o ambiente espiritual assustaria o médium vidente.
Turbas de Espíritos viciados, a envolver os freqüentadores, sustentando neles a compulsão alcoólica.
Reuniões sociais regadas a álcool são muito freqüentadas por “penetras” desencarnados, viciados do Além.
Aproveitam o alto consumo de bebidas nesses ambientes, porquanto o álcool é reconhecido como recurso desinibidor. Algumas doses são suficientes para superar a timidez, favorecendo a comunicação, sem o que muitos convidados sentem-se marginalizados.
O que nem todos sabem é que o álcool nada faz senão anestesiar centros de controle do comportamento. E como ali estão, também, as bases físicas da reflexão e do senso de avaliação, o bebum passa a oscilar entre a expansividade e a agressividade, a comunicabilidade e o ridículo, a descontração e a inconveniência.
Não raro, sobrepondo-se aos viciados desencarnados, que buscam os “canecos humanos”, há obsessores cruéis que se aproveitam das brechas psíquicas abertas pelo álcool.
Acidentes, brigas, agressões, crimes, desentendimentos, desuniões, desequilíbrios surgem, a partir da insidiosa ação de entidades das sombras que se infiltram na mente indefesa do alcoolizado, levando-o a um comportamento anti-social.
O problema fundamental do viciado é a incapacidade de ajustar-se às realidades existenciais.
Alimentando uma visão distorcida, empolga-se pela busca de sensações, perseguindo uma euforia artificial, um céu efêmero sempre sucedido por inferno de desequilíbrios.
Impermeável aos conselhos e orientações de amigos e familiares, insiste no vício, perdendo as melhores oportunidades de edificação da jornada humana. Depois, situa-se em longos estágios de sofrimento depurador na Espiritualidade, qual lavrador desavisado que colhe espinhos semeados em campo fértil.
Quantos males seriam evitados! Quantas dores não aconteceriam! Quantos problemas seriam resolvidos, se o alcoolismo das conversas vazias de fim de expediente, de férteis reuniões sociais, de preguiçosos fins de semana, fosse substituído pela visita ao enfermo, pelo atendimento ao necessitado, pelo estudo edificante, pela participação na atividade religiosa . . .
Os que assim fazem não precisam de drinques, para experimentarem descontração ou fugaz euforia, porquanto há neles aquela vida abundante a que se referia Jesus. Aquela força divina que vibra nas veias, quando a mente se povoa de ideais e o coração pulsa ao ritmo abençoado do serviço no campo do Bem.
(Tema: Diabólico elixir, do livro: Tempo de Despertar)
Como satisfazer-se, se lhe falta o corpo?
Um único meio, não menos espantoso, que ele logo dominará ligar-se ao psiquismo de um viciado “vivo”, o que lhe permitirá experimentar as sensações da bebida.
Um transe mediúnico invertido.
Ao invés de o encarnado colher as impressões do Espírito, este colhe suas sensações, ao fazer uso da bebida, satisfazendo-se.
Pessoas sensíveis a essa influência são facilmente dominadas, transformando-se em “canecos humanos”.Bebem descontroladamente, agindo como instrumentos para a satisfação dos parceiros invisíveis.
- É um sem-vergonha! Devia curtir sua bebedeira na prisão dizem as pessoas, referindo-se ao bebum.
É um obsediado. Precisa de tratamento médico e assistência espiritual – ensina a Doutrina Espírita.
Nos bares, onde o consumo de alcoólicos é expressivo, o ambiente espiritual assustaria o médium vidente.
Turbas de Espíritos viciados, a envolver os freqüentadores, sustentando neles a compulsão alcoólica.
Reuniões sociais regadas a álcool são muito freqüentadas por “penetras” desencarnados, viciados do Além.
Aproveitam o alto consumo de bebidas nesses ambientes, porquanto o álcool é reconhecido como recurso desinibidor. Algumas doses são suficientes para superar a timidez, favorecendo a comunicação, sem o que muitos convidados sentem-se marginalizados.
O que nem todos sabem é que o álcool nada faz senão anestesiar centros de controle do comportamento. E como ali estão, também, as bases físicas da reflexão e do senso de avaliação, o bebum passa a oscilar entre a expansividade e a agressividade, a comunicabilidade e o ridículo, a descontração e a inconveniência.
Não raro, sobrepondo-se aos viciados desencarnados, que buscam os “canecos humanos”, há obsessores cruéis que se aproveitam das brechas psíquicas abertas pelo álcool.
Acidentes, brigas, agressões, crimes, desentendimentos, desuniões, desequilíbrios surgem, a partir da insidiosa ação de entidades das sombras que se infiltram na mente indefesa do alcoolizado, levando-o a um comportamento anti-social.
O problema fundamental do viciado é a incapacidade de ajustar-se às realidades existenciais.
Alimentando uma visão distorcida, empolga-se pela busca de sensações, perseguindo uma euforia artificial, um céu efêmero sempre sucedido por inferno de desequilíbrios.
Impermeável aos conselhos e orientações de amigos e familiares, insiste no vício, perdendo as melhores oportunidades de edificação da jornada humana. Depois, situa-se em longos estágios de sofrimento depurador na Espiritualidade, qual lavrador desavisado que colhe espinhos semeados em campo fértil.
Quantos males seriam evitados! Quantas dores não aconteceriam! Quantos problemas seriam resolvidos, se o alcoolismo das conversas vazias de fim de expediente, de férteis reuniões sociais, de preguiçosos fins de semana, fosse substituído pela visita ao enfermo, pelo atendimento ao necessitado, pelo estudo edificante, pela participação na atividade religiosa . . .
Os que assim fazem não precisam de drinques, para experimentarem descontração ou fugaz euforia, porquanto há neles aquela vida abundante a que se referia Jesus. Aquela força divina que vibra nas veias, quando a mente se povoa de ideais e o coração pulsa ao ritmo abençoado do serviço no campo do Bem.
(Tema: Diabólico elixir, do livro: Tempo de Despertar)
Perante o corpo : precaver-se contra tóxicos, narcóticos, alcoólicos, e contra o uso demasiado de drogas que viciem a composição fisiológica natural do organismo. Existem venenos que agem gota a gota. (André Luiz - Conduta Espírita)
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O CORPO PODE MORRER NA AUSÊNCIA DA ALMA?
Durante
a vida corpórea, a alma não está jamais completamente desligada do
corpo. Os Espíritos e os videntes reconhecem o Espírito de uma pessoa
encarnada por uma estria luminosa que acaba em seu corpo, fato que nunca
ocorre quando o corpo está morto, porque então a separação é completa. É
por este laço que o Espírito é avisado, instantaneamente, qualquer que
seja a distância em que estiver, da necessidade que o corpo tem de sua
presença, e então volta com a rapidez do relâmpago. Daí resulta que o
corpo jamais pode morrer durante a ausência da alma e que jamais pode
acontecer que esta, em sua volta, encontre a porta fechada, como certos
romances fantasiosos relatam.
(O Livro dos Médiuns, item 118. - Revista: O Consolador )
sábado, 9 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
MEDICINA E ESPIRITUALIDADE
Espiritualidade
fará parte de histórico médico daqui a alguns anos, afirma especialista
Há algum tempo, hospitais e médicos vêm utilizando a espiritualidade
como aliado no processo de cura do paciente. Apesar de ser um assunto polêmico,
muitos pesquisadores já apontam um papel positivo da espiritualidade e
religiosidade em doenças coronarianas, hipertensão arterial, ansiedade,
depressão, função imune e mortalidade em geral.
“De uma maneira geral, as pessoas interpretam todos os acontecimentos de
sua vida sob uma visão espiritual e conhecer e respeitar esta interpretação é
de grande ajuda para o doente e para o profissional que o assiste”, acredita
Islan Nascimento, otorrinolaringologista e presidente da Associação
Médico-Espírita da Paraíba.
Segundo ele - que coordenará um encontro sobre o assunto a partir desta
quinta-feira (7) - o tema vem ganhando cada vez mais destaque. Para se ter uma
ideia, de 1980 a 1982 o tema foi pesquisado e publicado em 101 artigos de
revistas indexadas. De 2003 a 2005, foram 1,8 mil. Desde 2000, foram quase três
mil artigos. “A medicina é baseada em pesquisas. Há 20 anos, ninguém
questionava o paciente sobre seu histórico sexual. O tema era visto como algo
particular. Hoje, é procedimento-padrão. Daqui a 20 anos isso acontecerá com a
espiritualidade, que vem conquistando espaço nos consultórios e até na vida de
artistas", complementa Islan Nascimento.
É o caso, por exemplo, do ator Reynaldo Gianecchini. Na luta contra um
câncer linfático, o ator global decidiu aliar o tratamento convencional ao
espiritismo, e parece não ter se arrependido. Em várias entrevistas concedidas,
Reynaldo Gianecchini afirmou que o procedimento o deu forças para lutar pela
cura, com tranquilidade.
E o ator não está sozinho neste pensamento. Segundo a revista Veja,
cerca de 80% de pacientes vítimas de câncer no Brasil, recorrem a medicinas
alternativas, geralmente ligadas à religiosidade, para complementar o
tratamento alopático.
"Os dados são reais, mas só recentemente a medicina passou a
reconhecer a existência de tais práticas", afirma Islan Nascimento, antes
de concluir: "Existem estudos comprovando que a fé tem efeitos positivos na
saúde das pessoas. Esses pacientes se sentem mais otimistas em relação ao
sucesso dos tratamentos convencionais e, assim, além de se cuidarem mais, eles
colaboram mais com os médicos. O objetivo é sempre usar o melhor da medicina
convencional e o melhor da medicina complementar em defesa do doente".
Encontro nesta quinta abordará saúde e espiritualidade
Deixando de ser apenas "teoria" para se tornar realidade, a
espiritualidade no processo de cura virou assunto sério nos consultórios e até
de encontros científicos. A exemplo do 7º Encontro das Associações
Médico-Espírita do Norte e Nordeste (Encontrame), que será realizado em João
Pessoa, entre quinta e sábado desta semana, na Federação Espírita da Paraíba,
na Torre.
Voltado para médicos, estudantes e profissionais de saúde e aberto ao
público em geral, o encontro trará à capital paraibana, a presidente da
Associação Médico-Espírita do Brasil e Internacional, Marlene Nobre. A médica,
que trabalhou com o médium Chico Xavier, ministrará a palestra de abertura do
evento (Atualidade Científica na obra psicográfica de Chico Xavier), às 20h30.
Durante os dias do evento, especialistas da Paraíba, Pará, Ceará,
Alagoas, Pernambuco, Piauí, Minas Gerais e São Paulo abordarão assuntos
relativos ao tema central: "Saúde, Ciência e Espiritualidade". Entre
eles, aborto do anencéfalo, células-tronco, Experiência de Quase Morte e
Transtorno Bipolar.
ATIVIDADES
PARALELAS
Paralelamente ao Encontro também serão realizados a 2ª Jornada
Médico-Espírita Paraibana e o 1º Encontro Acadêmico em Saúde e Espiritualidade.
Na ocasião, alunos universitários poderão apresentar trabalhos científicos
sobre o tema. Os melhores trabalhos serão publicados na revista do Centro de
Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
O 7º Encontro das Associações Médico-Espíritas do Norte e Nordeste está
sendo promovido pela Associação Médico-Espírita da Paraíba e pela Associação
Médico-Espírita de Campina Grande, em parceria com a Unimed JP e com outras
instituições do Estado.
Mais informações podem ser obtidas no blog da AME-PB
(http://amepb.blogspot.com.br/).
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
REIKI E PASSE ESPÍRITA
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O QUE É REIKI?
Reiki é um conjunto de palavras japonesas que significam "passagem livre de energia universal
de força vital".
REI - significa passagem livre.
KI - significa energia de força vital.
Reiki não
tem nenhum caráter religioso, é uma prática espiritual esotérica desenvolvida
em 1922 pelo japonês Mikao Usui que é baseada na canalização da energia
universal (rei) através da imposição de
mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital de
quem a
recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele
emocional,
físico ou espiritual); podendo eliminar doenças e promover saúde. O
atendimento é feito com hora marcada e a prática se dá com o indivíduo
deitado numa maca.
O
Terapeuta ou o Mestre não cobra pela energia, que é gratuita, mas cobra pelo trabalho, pelo tempo e dedicação.
Sendo hoje uma profissão legalizada pelo Governo Brasileiro, o Terapeuta Reiki
cobra como qualquer outra terapia, de acordo com o nível financeiro da região
onde trabalha. Além das despesas com estudo e aperfeiçoamento contínuo, quem
trabalha com esta Terapia tem despesas com a estrutura do trabalho, material,
luz, etc.
O QUE É PASSE
ESPÍRITA?
O Passe Espírita, ou Fluidoterapia, como é também conhecido, é uma
transfusão de uma certa quantidade de energias fluídicas vitais (psíquicas) ou
espirituais, utilizando-se a imposição
das mãos, com o propósito de atuar em nível perispiritual, usada e
ensinada
por Jesus, como se vê nos Evangelhos. Origina-se das práticas de cura do
Cristianismo Primitivo. Há pessoas (médiuns passistas) que tem uma
capacidade
maior de absorção e armazenamento dessas energias que emanam do Fluido
Cósmico
Universal e da própria intimidade do Espírito. Tal capacidade as coloca
em
condições de transmitirem essas energias a outras criaturas que
eventualmente
estejam necessitando. A aglutinação dessa força se faz automaticamente e
também, atendendo ao apelo do médium passista (prece) que então
municiado dessa
carga, transmite de suas mãos. O passe ocorre, geralmente, nos Centros
Espíritas, e no caso da pessoa não poder se locomover até uma casa
espírita, o passista poderá ir até o necessitado. Normalmente é
ministrado na pessoa sentada, mas quando esta está acamada, num
hospital, por exemplo, pode aplicar na pessoa deitada. A prática do
passe é totalmente gratuita porque seguimos a recomendação do Cristo: “Dai de graça o que de graça recebeste.” Devemos
ajudar todos de igual maneira, mas, principalmente os que não podem pagar. E acreditamos
que a cura só é possível com a permissão divina. André
Luiz em Opinião Espírita, cap. 55 explica que: “(...) Os Centros Espíritas
precisam, ao lado do passe, propiciar os meios para que frequentadores conheçam
a doutrina e se exercitem num trabalho íntimo de evangelização, para a
conquista da saúde definitiva.” Porque com a cura física, muitas pessoas se
atiram de novo ao desregramento, voltando a se prejudicarem. Mas quem aprende
que precisa se aprimorar espiritualmente na prática do Bem e nisso se empenha,
quer alcance ou não a cura do corpo, encontrará o caminho para a cura
verdadeira e duradoura, a manutenção do equilíbrio em seu espírito imortal.
Portanto, empenhemo-nos em curar males físicos, se possível. Mas lembremos,
porém, que o Espiritismo ajuda na “cura das
moléstias morais”, a grande causadora das doenças. Não queiramos dar maior
importância à cura de corpos do que a cura do espírito.
Como vimos, o Reiki também ajuda muitos doentes saírem física e
mentalmente recuperados. Deus não beneficia só os espíritas ou os freqüentadores
da casa espírita. Por isso, cabe a nós, espíritas, respeitarmos as mais
diversas modalidades e formas de cura. São meios úteis de minimizar o sofrimento
alheio. Mas, queremos esclarecer, que não somos contra métodos, técnicas,
rituais, etc., adotados por outras seitas, religiões, terapias holísticas ou
alternativas. A Doutrina nunca diz ser “contra” alguma coisa, no máximo “não é
favorável”. Ela nunca diz “não pode”, no máximo diz “não deve”. Pregamos o
livre arbítrio, portanto, temos obrigação de exercê-lo. Mas, não é por
respeitarmos que as adotaremos. Não queremos impor aquilo que acreditamos a
ninguém, mas não queremos que nos imponham o que não aceitamos. Não gostaríamos
de ver implantado na Casa Espírita o que não pertence a ela. Mas aquele que
acredita ser certo o que pratica, não deve se melindrar com opinião contrária, “a cada um segundo sua consciência”.
Texto de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec - http://grupoallankardec.blogspot.com)
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